terça-feira, fevereiro 08, 2011
Grandes mudanças - Redes Sociais contribuem para fortelecer as mobilizações reais
terça-feira, fevereiro 01, 2011
SUSTENTABILIDADE - o que é isso?

Todo mundo ouve falar de sustentabilidade em algum lugar ou momento, atualmente. Pois bem, muitos têm sempre uma explicação rebuscada e teórica para dar sobre a palavra. Mas, na minha opinião, esses conceitos teóricos e elegantes não funcionam muito quando se quer disseminar uma nova cultura de vida PARA TODOS, que é a SUSTENTABILIDADE. Mas como, aqui no Brasil, disseminar um termo de escrita tão grande, com uma explicação bastante extensa, para uma pouplação onde a maioria não tem muito estudo?
Por isso, gostaria, aqui, de tentar explicar, de uma forma bem simples, o que, para mim, quer dizer este grande conceito, uma filosofia de vida.
SUSTENTABILIDADE = QUALIDADE DE VIDA NO CURTO, MEDIO E LONGO PRAZO
De forma macro, acho que esse é um bom começo para se entender do que se trata sustentabilidade, e uma forma atraente de introdução ao tema. Assim todas as pessoas, independente do nível de escolaridade e cultura de vida, iriam entender. Uma qualidade de vida que engloba todos os aspectos: social, ambiental e econômico, uma vez que estes estão inter-relacionados e o desempenho de um sempre vai afetar o desempenho do outro.
Daí, uma grarantia de vida longa à nossa espécie, sem desrespeitar as leis de Darwin claro.
Fácil de entender, né?
Redes sociais e sustentabilidade - um caminho a ser desvendado
Ontem participei de um fórum online (http://www.futerra.co.uk/news/431) sobre redes sociais e sustentabilidade realizado pelo jornal The Guardian em parceria com a organização inglesa Futerra, especializada em planeja, criar e executar comunicação sustentável (http://www.futerra.co.uk/).
Pude perceber, ao longo do debate, que muitas empresas estão investindo em redes sociais como uma ótima forma de engajamento com stakeholders, estimulando a participação destes na construção das estratégias corporativas. Como é o caso da cafeteria Starbucks, por exemplo, com o site/ blog "My Starbucks".
No entanto, ficou evidente para mim como a utilização das redes sociais é uma coisa muito nova entre as organizações. Muitas ainda não sabem como fazer uma comunicação estratégica e eficaz através dessas novas mídias. Essa dificuldade fica ainda maior quando se fala em fazer uma comunicação sustentável, pois muito pouca gente que sabe o que isso quer dizer.
Como exemplo de projetos de engajamento com stakeholders temos o cana Helathcare da Johnson&Johnson - http://www.youtube.com/watch?v=Y4iNLCosw8I&feature=related - o projeto Social Shopping Idea da Levis - http://www.youtube.com/watch?v=Ed5vJeaEuzA - ou o blog com os projetos sociais realizados pela FedEx - http://fedexcares.com/event/firstnight, onde o visitante pode se volutariar para fazer parte das ações e, de uma certa forma, ser também um embaixador da marca.
As redes sociais estão sendo usadas internamente para trazer os stakeholders para perto dos valores da marca da organização e criar, cada vez mais, embaixadores da marca. Através das redes sociais, o stakeholder engajado vai querer continuar seu relacionamento com a marca mesmo após deixar o ambiente de trabalho e contribuir para agregar ainda mais valor a ela, porque se sente parte da construção deste valor.
Senti falta, apenas, entre tudo o que vi nesse debate, da discussão sobre uma comunicação mais forte no sentido de as organizações realmente colocarem a responsabilidade de criar um mundo com mais qualidade de vida na mão dos stakeholders, através das redes sociais. Mas sei que este caminho está só no início. Valorizo muito as ações de responsabilidade social empresarial e acho fundamental o engajamento com as partes interessadas para que possamos dar o próximo passo, comunicar a sustentabilidade, fazer uma comunicação de educação para um mundo melhor, mais sustentável.
Uma nova forma de energia é possível, basta querer conhecer

O Segundo dia de Seminário Cidades Verdes falou sobre Mudanças Climáticas e utilização de energia alternativa. É impressionante como não temos a menor ideia de quão mais benéfico e, a longo prazo, barato é utilizarmos a energia solar como fonte primária de energia. Segundo o palestrante Felipe Café, a não utilização da energia solar é uma decisão estritamente política. Estranho pensar que os governantes preferem construir hidrelétricas e devastar regiões em vez de utilizar uma fonte de energia natural, simples e capaz de suprir toda a demanda de consumo de energia mundial atual.
Estranho para a maioria das pessoas que fazem a reflexão de um sistema de cidade sustentável, que consuma a energia e, ao mesmo tempo, devolva o montante utilizado para o ambiente. Mas tem muita gente que ganha um dinheiro por trás desse mundo de investimento em tecnologias destrutivas que não pode ficar de fora, né?
AH, MEU BRASIL!!!!??
Enfim, uma ECONOMIA SOLAR GLOBAL é possível. Basta os governantes tomarem ciência de que é preciso começar a investir em tecnologia específia para a captação da energia solar. Isso é possível através da renovação da energia solar, com o tão falado Retrofit ( o Retrofit é o investimento em tecnologias novas na construção. Para saber mais, visite o site http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=22&Cod=60) nas construções, ou através de construções já projetadas com tecnologia solar, com painéis fotovoltaicos e uma estrutura que aproveite a energia captada.
O Brasil hoje ocupa o 55ø lugar entre os países que fazem o uso da energia solar. E ainda utilizamos mais energia a gás nos eventos que realizamos do que a produzida por meio de placas solares. Ou seja, é necessária a criação de uma nova forma de percepção da produção de energia para que essas práticas mais simples de vivência no mundo, e menos destrutivas, sejam valorizadas em detrimento de outros caminhos mais longos…
Se faz premente a ruptura com o modelo econômico atual! A redução do caminho da produção energética depende de vontade política. Pois hoje o que vemos no país são pouquíssimas empresas investindo no desenvolvimento desta nova tecnologia e nenhuma vontade ou insentivo político à inovação. E mesmo essas poucas empresas têm poucos projetos nessa área e projetos ainda em fase de experimentação.
Não há cidade verde sem energia solar. Temos que precionar os governantes e as empresas para que invistam na energia solar e que os próximos eventos a serem cediados no nosso país sejam abastecido pela energia captada do sol. Vamos exigir mais ação e rapidez dos nossos governos e transformar essas medidas inovadoras e simples em lei.
O que vocês acham?
domingo, janeiro 30, 2011
Cidades Verdes - Uma proposta de vida muito boa e distante de ser alcançada
Semana passada participei do Seminário Cidades Verdes, organizado pela Ong OndAzul e moderado pelo Deputado Federal Alfredo Sirkis. O evento teve apoio também da Rede Globo de Televisão, e da agência Quê Comunicação, responsável por produzir os anúncios da OndAzul que passavam nos momentos entre as mesas de debate. Apesar do áudo desses anúncios estar muito ruim, a agência fez um belo trabalho de propaganda, didático e instigante.
O evento aconteceu num dos auditórios da Firjan, no Centro do Rio de janeiro, nas manhãs dos dias 27 e 28 de janeiro. Os participantes das mesas eram, além do moderador Alfredo Sirkis, membros do Iclei, uma organização que realiza estudos e orientações sobre a sustentabilidade nos governos locais, e da iniciativa pública e privada que trabalham as questões de transporte público e construção para cidades.
No primeiro dia, foi sancionada a Lei Aspásia Camargo, que é a lei municipal de mitigação das mudanças climáticas, feita pela Deputada Estadual Aspásia Camargo e pela Secretaria de Mudanças Climáticas. A lei prevê a redução da emissão de 20% dos gases de efeito estufa até 2020. Isso será feito através de um plano de metas desenhado pela equipe gestora dessa lei. Segundo o Secretário municipal de meio ambiente e taambém vice prefeito do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Muniz, a Lei de Mudanças Climáticas é um instrument de gestão da Prefeitura em todas as suas áreas de trabalho.
Dessa forma, o Secetário se comprometeu a realizer ações que contribuam para a redução de emissão de CO2, tendo os resíduos sóidos e o transporte como as principais fontes poluidoras da cidade. Vejam abaixo as ações que o Secretário Muniz se comprometeu em fazer para que possamos cobrar depois:
Com relação ao tratamento dos resíduos
· Encerrar as atividades do lixão de Gramacho até o final de 2011, construindo um Centro de Tratamento de Resíduos no local.
· Implementar a Coleta Seletiva em larga escala até o final de 2011.
· Dar prioridade às empresas que utilizam o lixo reciclado na confecção de materiais de sua linha de produção nos processos de licenciamento.
Com relação ao transporte público
· Diminuir o número de ônibus da cidade, priorizando esse transporte coletivo nas áreas onde existem menos ônibus hoje.
· Construção de 4 VLTs para o Rio de Janeiro até 2012.
Arquitetura e urbanismo não ecológicos
Jeb Brugmann, fundador do Iclei (http://www.iclei.org/), falou nesse dia também sobre o desafio e os esforços realizados para a implementação de uma arquitetura e urbanismo verdes nas cidades. Para o estudioso, os governantes hoje e as indústrias estão acostumados em investor em projetos padrão de urbanismo e arquitetura, pois são instrumentos que estes já conhecem. Contudo, dessa forma não há nenhum prepare dos governos para uma situação que fuja ao padrão conhecido, ou seja, não há uma margem do planejamento destinada aos erros ou a situações inesperadas.
Ninguém quer investir em projetos customizados a situações de risco ou emergência. Um sistema de construção ecológico deve prever todas as situações do ambiente, as que pedem projetos padrão e as situações extremas, novas ou de risco que pedem um planejamento sim. Então a questão colocada é como transformer o sistema atual em um ecológico.
As soluções trazidas po Brugmann propõem uma forma inovadora, de um certo modo, de ver as cidades, coisa que já é feita em diversos países europeus. Para ele, as cidades devem ser vistas como sistemas consumidores e produtores de energia. As cidades hoje só extraem energia do ambiente, sem devolver a enrgia consumida. Dessa forma, os recursos de produção de energia vão se extiguir, por isso é necessário pensar novas formas de produçãoi de energia enquanto há a produção. Isso incluiria reciclagem de resíduos para a produção de energia e a criação de projetos customizados que permitam a construção de cidades e a produção de energia que atendam ao que nós precisamos hoje para viver.
Tendo as cidades como sistemas de produção de energia, teremos uma forma sustentável de viver e supercar o desafio que temos de implementar um sistema ecológico de vida. Investindo em projetos customizados de construção e engajando a população nesse processo de planejamento, poderemos administrar os riscos e ter pessoas mais conscientes do desafio e da maravilha que é vive rem equilíbrio com a natureza.
Sustentabilidade: uma questão de qualidade de vida
O arquiteto Lourenço Gimenes, especialista em projetos de arquitetura sustentável defende a realização de projetos arquitetônicos que sejam mais inclusivos e respeitem o meio ambiente como um todo. Para ele, o termo sustentabilidade está banalizado e sendo utilizado erroneamente. O arquiteto procura desvendar esse mistério falando da missão primeira do arquiteto que é desenhar espaços de qualidade para as pessoas morarem. Isso já é fazer um projeto responsável e sustentável, sem mais mistérios.
Gimenes ainda falou que utilizar o termo “sustentável” pode ser um reducionismo, o que eu concordo plenamente. Sustentabilidade nada mais é do que realizar construções e projetos na vida que sejam de qualidade, tragam o bem estar e respeitem a natureza. Você já pensou nisso?
A participação do Sérgio Dias e do Roberto Kauffman, president da Sinduscom, neste primeiro dia do Seminário foi um pouco propagandista e não merecem muitos destaques.
“Ideias velhas não respondem pergintas novas”
No entanto, a participação do estudioso Ricardo Neves (http://ricardoneves.com.br/), especialista em mudança e inovação, foi SENSACIONAL. Neves mostrou que vivemos um paradigm da ineficiência urbana hoje. Sem uma visão inovadora por parte dos politicos, e a participação da sociedade civil, não será possível realizar ações que transformem a cidade atual num sistema ecológico que dê cabo de sustentar as próximas gerações.
Ricardo Neves menciona que a solução para o transporte, por exemplo, não é dobra a frota de carros. Pois o carro sera cada vez mais acessível, porém com um custo de uso muito alto. Há de se mudra as formas de pensar o uso desses meios de transporte. “É necessário que as pessoas pensem diferente para que uma forma diferente de vida aconteça”.
Seguindo essa linha de raciocínio, Paulo Câmara, colaborador da Prefeitura de Londres, trouxe exemplos de métodos de limitação para o uso de carros que acontecem naquela cidade. Câmara falou dos pedágios urbanos que cobram uma boa taxa para aqueles carros que curculam por uma determinada parte da cidade, fomentando assim o uso de transporte public em detrimento do transporte individual. Há ainda a opção de andar de bicicleta pela cidade inteira, ou até outros países, tornando-se sócio de um Clube de Bicicletas (http://www.britishcycling.org.uk/).
As inovações e propostas de transportes alternativos são muitas. Há muitos países investindo em políticas de fomento à utilização destes. Quando será a nossa vez? Que tal cobrarmos ações políticas nesses sentido?
Mobilização pela Cidadania a favor da responsabilidade pública

Aconteceu no domingo 23 de janeiro, no Rio de Janeiro, a ação Mobilização pela Cidadania, na Praia de Ipanema/Leblon. A ação de intervenção social e passeata reivindicava a responsabilização e a maior ação dos governantes brasileiros com relação aos desastres que ocorreram na Região Serrana do Rio de Janeiro, e ocorrem todos os anos, na época de chuvas no Brasil. O objetivo maior do grupo foi arrecadar assinaturas para dar entrada com uma ação no ministério público federal, pedindo a apuração dos culpados pelas mortes ocorridas recentemente na Região Serrana, com base na LC 75/ 93 das Constituições Federal e Estadual do Rio de Janeiro.
A mobilização teve início por volta das 10 horas da manhã, com a concentração e organização dos membros do grupo. Por volta das 11 iniciou-se a intervenção com os passantes da pista restrita das praias de Ipanema/ Leblon. Quando o carro de som chegou, em torno de meio dia, iniciou-se uma passeata que foi desde o Jardim de Alah, em Ipanema, até o final do Leblon, na altura da rua onde mora o Governador Sérgio Cabral. Nesse local, o carro de som estacionou e, ao som da marcha fúnebre, houve depoimentos dos manifestantes do grupo, entre eles estavam o ator Carlos Vereza e o Coronel Paulo Ricardo Paúl, que fez um discuro emocionante em favor da responsabilização e apuração das mortes na Região Serrana, recebendo aplausos dos passantes.
A intenção da manifestação é que os governantes, que não tomam as medidas cabíveis para
evitar as catástrofes trazidas com as chuvas, que se repetem todos os anos, sejam realmente culpados e punidos. Dessa vez as águas da Região Serrana fizeram soterradas áreas inteiras, com moradias e famílias, que talvez nunca sejam achadas. “Tenho amigo que mora em Tersópolis e perdeu todos os vizinhos de uma comunidade que havia ao lado de sua casa. A favela sumiu e os moradores mortos foram soterrados.”, depôs uma das participantes do movimento. “Nossa união foi devido a essa catástrofe acontecida na região serrana, a maior ocorrida no país até hoje.”, comentaram alguns dos participantes. A população local já fala em 3000 mortos.
Outra reivindicação do grupo é que sejam levados em consideração os estudo ambientais já existentes dessa região, que já estão nas mãos do Governo, e que seja tomada alguma atitude. “A UFRJ realizou um estudo das áreas de risco do Rio de Janeiro em 2007, e entregou ao Governo em 2008 para que ações fossem tomadas, desocupando as áreas de risco e realocando os moradores. Mas, até agora, nada foi feito. Aí está a omissão!”, explicou Marcos Maher, um dos administradores mais antigos da comunidade Revoltados Online e do blog Revoltados.Com. “Eles diluem a culpa entre os moradores…”, lamenta a participante Eliana Zuckermann.
O forte poder das redes sociais na mobilização nacional
O grupo que organizou a Mobilização pela Cidadandia é formado por artistas, professors, psicólogos, economistas, jornalistas, entre outros, que dá um caráter multidisciplinar ao manifesto, que iniciou-se e organizou-se na internet. São pessoas de diversos estados do Brasil que se uniram contra a omissão, descaso e negligência das autoridades públicas através da comunidade Revoltados Online, na rede social Facebook. “A força da internet é indiscutível!”, argumenta a participante Regina Pavanelli.
“Sou brasileira e cansei de ficar esperando uma ação mais contundente das autoridades, enquanto elas só votam a favor de seus próprio benefícios.”, disse Pavanelli, artista plástica e professor de história. “Agora, todos sentiram no bolso os estragos dessa catástrofe. Pois atingiu casas e famílias de ricos e pobres no mesmo nível.”, continuou Pavanelli. Para a participante Meire Ferraz, que veio do Mato Grosso do Sul para a mobilização, fazer parte do grupo Revoltados Online proporcionou uma grenade identificaçãi de interesses e uma ótima forma de reivindicar uma maior ação dos governantes e export sua indignação com a inércia dos cidadãos diante de tanta corrupção. “O furúnculo vazou e nós estamos indignados com a forma com que somos tratados.”, argumenta Meire.
No dia 1ø de fevereiro, dia em que deputados e senadores eleitos tomam posse, o grupo fará uma outra mobilização em frente à Câmara dos Deputados do Rio de Janeiro.
segunda-feira, janeiro 24, 2011
Constatações do cotidiano - Pessoas vão e vêm

A Ipanema cantada por Tom e Vinicius está ganhando mais frequentadores! A estenção das linhas do metrô estão proporcionando a milhares de pessoas circularem com mais comodidade (ou não, pois falar da qualidade do nosso transporte, daria outro post) no trecho Pavuna- Barra da Tijuca. Sendo assim, com a inauguração da estação do metrô da Praça General Osório, muitas pessoas vêm de looooooooonge para curtir o sol nas areias tão famosas de Ipanema. Afinal, a praia é para todos.

No entanto, não posso negar que, para mim, foi bem estranho ver uma família de 15 pessoas comendo frango com farofa (literalmente) na praia, produzido tanto lixo, umas 6 garrafas pet de 2L, usando aquele espaço de uma forma diferente da que eu estou acostumada a usar pelo menos. Eles falavam alto, ligavam um aparelho de som de vez em quado, trouxeram 2 bebês recém-nascidos para ficar em baixo de um sol de 40 graus... Estranhei tudo isso, mas quis me livrar de qualquer olhar preconceituoso.
Quando a família resolveu se preparar para ir embora, a questão que eu tinha, e mais algumas pessoas das barracas ao redor, era se a família ia recolher o seu lixo(era muita coisa), ou deixaria ali. Mas ficamos aliviados e felizes quando a 15å pessoa da família a deixar a areia recolheu todo o lixo restante e se virou para carregar as 6 garrafas pet de 2L até a lixeira.Uma questão de costume e educação
É bem verdade que algumas pessoas da zona sul, antigas frequentadoras da praia de Ipanema, também não têm o bom costume de recolher o seu lixo da areia e levar até a lata de lixo mais próxima, o que de fato me causa um grande constrangimento. O fato é que eu amo a praia de Ipanema, talvez por ter quase nascido nela e fico triste em ver as pessoas que não cuidam bem dela.
Ao ver aquela família enorme, logo me perguntei como eu poderia abordá-la no caso de ninguém recolher o lixo. Foi bom que isso não foi necessário. Me perguntava se devia falar com a senhora mais velha, que não parava de comer coxa de frango e sanduiches, ou com os rapazes mais velhos. Tenho bastante vontade de disseminar os bons cuidados com a praia para quem eu puder, principalmente quando vejo lixo espalhado na areia, na beira do mar, e quando encontro restos de lixo nas águas do mar. Isso mexe muito comigo.
A vontade que tenho quando vejo um pedaço de papel, saco de biscoito, papel de picolé perto do mar é pegar este lixo e jogar na cara de quem estiver mais perto e parecer suspeito por ter jogado aquele lixo ali. Quantas vezes já não nadei no mar para pegar garrafas de plástico boiando... Pode soar estranho, mas essa falta de cuidado com a areia e o mar da praia me tiram do sério.Pensando assim, faço um apelo para que todos sejam resposávis pelo lixo que produzem na praia e levem tudo embora. NAO SUJEM A PRAIA!! Enquanto isso, também podem ser feitas mais campanhas de conscinetização sobre o lixo na praia e também para os que chegam de ônibus ou metrô. Não é possível haver essa integração dos bairros, maior circulação de pessoas, sem haver de fato uma maior integração social, SOCIOEDUCACIONAL.
quinta-feira, janeiro 13, 2011
Mais um evento trágico!!
Hoje estamos diante de mais uma tragédia causada pelos homens. Sim, pelos homens irresponsáveis que insistem em apostar na especulação imobiliária desenfreada, na construção irregular e não tem vergonha de mostrar seu descaso com as condições ambientais, os limites do meio ambiente, quando se escolhe um lugar para construir.
Já vimos isso acontecer diversas vezes em São Paulo, Niterói, Angra dos Reis, Santa Catarina, entre outros. Será que ninguém aprende com esses acontecimentos? Eles são repetidos, mas a imprensa insiste em anunciar “Tragédia em Petrópolis”, a maior dos tempos…. Como se tragédia como tal nunca houvesse acontecido. Será que os outros eventos como esse que aconteceram em outros lugares, onde muitas pessoas morreram, ficaram desabrigadas e/ ou feridas, não gerou nenhum aprendizado? Talvez a forma mais certa de anunciar esse evento seria: Mais uma tragédia ambiental acontece – agora em Petrópolis.
Parece que há algum interesse politico por trás dessa forma absurda de a imprensa anunciar as tragédias como se as outras não tivessem acontecido antes, devido às mesmas causas e com os mesmos efeitos, enfatizando a importância da memória curta para os expectadores e o não aprendizado com esses eventos ambientais desastrosos. Por que não se tomam iniciativas no sentido de sanar acontecimentos como os que presenciamos hoje?
Pera aí, se houver uma lei para a diminuição da construção nas áreas de risco, vai haver a diminuição da especulação imobiliária, não será possível a venda desenfreada de novas moradias. Como assim? Isso quer dizer que as construtoras e consórcios de engenharia vão ganhar menos dinheiro e não será possível a entrada de mais dinheiro no sistema!!! Isso faz sentido?
No meu entender essa ganância por grana, via esquemas de “reclusão de parte da verba” pelos participantes de tais sistemas, é o mesmo motivo pelo qual sempre vemos projetos de reconcretagem de vias e/ou a preferência pelo concreto em detrimento do verde para as vias de trânsito, seja para carros ou pedestres. Um pequeno/ grande detalhe vale aqui: quanto mais concreto nas cidades e vias, sem bastantes áreas verdes e rpojetos de escoamento de águas da chuva, por exemplo, maior o escoamento das águas para os próprios lugares, o transbordamento dos rios, a inundação das cidades. Vemos um ciclo formado aí. Ciclo que pode ter como resultado tragédias como as que temos visto…
Outro ponto muito pertinente e importante para evitar tragédias como essas é o mau descarte do lixo. E a adoção dessa boa maneira passa por uma reciclagem cultural das pessoas em geral. Se há lixo na rua, atrapalhando a passagem natural da água, ou há uma parte do lixo que foi armazenada nos rios, aumenta a probabilidade deste transbordar, as águas vão procurar outro local para seu armazenamento… Pode ser nas casas das pessoas, né? Isso é uma possibilidade com muitas chances de acontecer.
Então, imprensa, por que na hora de anunciar a tragédia, não se fala que é um evento reincidente, e também não há informações educativas para se evitar tais eventos?
Até quando VIDAS serão colocadas em risco devido a interesses enlouquecidos de empresários e politicos?
Está na hora de uma iniciativa conjunta
DE TRANSFORMAÇAO DESSA REALIDADE TRISTE!
quinta-feira, dezembro 23, 2010
sexta-feira, dezembro 17, 2010
Dias de pura energia positiva!!!
- Temos a primeira mulher eleita presidente da República!
- Tivemos uma campanha eleitoral para a presidência surpreendentemente traiçoeira! Ponto que ficou vivo aos olhos de muitas mídias e pessoas formadoras de opinião.
- O alvoroço e a revolta de muitos contra o retorno eleitoral de políticos caçados anterormente foi bem grande!
- O projeto ficha limpa, um esforço da sociedade civil, passou no Congresso, mesmo que com alguns comportamentos que merecem ressalvas!
- A consciência ambiental e social da população está, cada vez, maior!!
- Eiki Batista monta um partido!
- Pude aprender demais esse ano, sobre a atividade do trabalho, sobre o meu gosto pelo trabalho, comunicação e sustentabilidade! Um caminho que se trilha.
Enfim, há muitos outros pontos importantes, mas aqui cabem estes. Não pelo fato de os outros serem inapropriados, mas por estes serem os mais vivos na lembrança no momento.
Acho que o que importa é termos em mente todos os bons e maus momentos que passamos no ano para sairmos mais preparados e fortes para o próximo ano, uma contagem que se reinicia em 1 de janeiro (para nós), com a gana de aprender mais, ler mais, conhecer mais, falar mais, compartilhar muito mais e trocar coisas interessantes.
Esses são meus votos para 2011. Que recomece a contagem com pura energia positiva para todos nós!!!
Deixo aqui o link do velho vídeo do filtro solar que é maravilhoso e, realmente, desejo que todos sonhem, realizem, planejem, realizem mais, ouzem, façam sim!
http://www.youtube.com/watch?v=xfq_A8nXMsQ&NR=1
Beijos e tudo de ótimo!!
terça-feira, agosto 24, 2010
Eleições!! Vergonha alheia de um Garotinho mau
Prezado Senhor Anthony,
É lastimável seu posicionamento de vítima no post de hoje do seu blog, de uma campanha política contra o senhor. É vergonhosa sua atitude e cara de pau de, após ser caçado como candidato ao Governo do Estado, vir como deputado e achar que ninguém mais vai se lembrar das suas canalhices políticas... Francamente.
Também é terrível a forma como o senhor fala da acusação de formação de quadrilha, proferida ao senhor. Essa denúncia já é antiga. Se não fosse verdade, o senhor não teria se colocado nessa postura de vítima, coitadinho, mas sim de um político de verdade, seguro e direito.
Infelizmente, Garoto, a maioria brasileira dispõe de pouca educação e a fé predomina, muito mais que a sabedoria da razão. Utilizar a religião como atrativo, com certeza, chama vários eleitores e encobre suas falhas políticas... Que são tantas...
SE AS PESSOAS FOSSEM MAIS INTELIGENTES, NÃO VOTARIAM, OU COGITARIAM, VOTAR NO SENHOR. Sinto muio pela sua candidatura.
sexta-feira, agosto 06, 2010
Ideia maravilhosa para eleição, da nossa amada Diva do Rock
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terça-feira, junho 01, 2010
Época de eleições, época de reavivar a memória
Tudo bem, meu projeto de pesquisar os palhacinhos do nosso Senado não foi muito longe. Peço desculpas por essa falha. Faz parte de um processo pessoal de tentar cumprir com as coisas que proponho e, como este projeto está no início, pode-se aceitar que fraqueje um pouco.
Pois é, mas, por outro lado, ando tendo muitos bons resultados!!
Mas, o que quero me dedicar nesse texto é:
Fato chocante: Garotinho está aí de volta fazendo propaganda eleitoral na TV!!!
CARA DE PAAAAAAAUUUUUUUUUUUUU!!!
É minha gente, esse senhor nada digno, ladrão dos maiores, numa de suas propagandas, fala de como há outros candidatos que quererm legalizar o uso de drogas, ou seja, o crime. AGORA, VAMOS FALAR A VERDADE, o criminoso da fala é o próprio falante...
Garotinho, quem é você para falar de crime depois dos rombos que o senor deixou nos cofres públicos, as lavagens de dinheiro???? Isso aí não é crime, HEIN??
Pessoal, atenção nesse safado! Não se deixem levar por promessas de criar universidades ou centroa de tratamento de drogas!!! Esse cara HIPOCRITA vai superfaturar obras, mais uma vez, criar instituições fantasmas e não fazer nada para o povo!! ATENÇAO!
terça-feira, março 23, 2010
Por um entretenimento mais sustentável
Dez dias após o carnaval, resolvi mergulhar com dois amigos na área do Farol da Barra para confirmar a notícia de que havia uma quantidade absurda de lixo espalhada pelo fundo do mar naquela área.
Mesmo com a água um pouco suja por causa das chuvas do dia anterior, logo identificamos o local. Na verdade o lixo não estava espalhado, mas concentrado em um canal provavelmente em razão do movimento das marés. Uma cena lamentável! Eram pelo menos mil e quinhentas latinhas metálicas e garrafas plásticas.
Da superfície o visual parecia com as imagens áreas que vemos dos blocos de carnaval durante a festa momesca. Só que ao invés de estarem pulando, dançando e se beijando ao som frenético e ensurdecedor dos trios elétricos, os foliões do fundo do mar estavam rolando de um lado para o outro numa mórbida coreografia, empurrados silenciosamente pelo balanço do mar, sem dança, sem alegria, sem vida e sem poesia.
Assustados, decidimos não retirar o material naquele dia na
Fizemos contato com pelo menos três emissoras e todas pediram que enviássemos e-mails com fotos, o que fizemos imediatamente. Aguardamos respostas por dois dias e como não tivemos qualquer retorno, optamos por retirar o lixão de lá para evitar maiores danos.
Tínhamos em mente que a repercussão sensibilizaria os empresários e artistas do carnaval, os órgão públicos, a imprensa, as empresas financiadoras e nossa gente. A tentativa foi boa, mas não rolou…
Fomos então, no terceiro dia após o primeiro mergulho, retirar o material. Antes, porém, fiz questão de chamar um amigo que tem uma caixa estanque para filmarmos a ação e guardarmos o documentário visando trabalhos futuros e até mesmo a matéria que queríamos na TV.
Sem cilindro de ar e contando apenas com duas pranchas de SUP (Stand Up Paddle) e alguns sacos grandes, éramos quatro mergulhadores ousados retirando do fundo do mar tudo o que podíamos naquela tarde.
Pouco antes de o sol se pôr conseguimos finalmente colocar todo o lixo na calçada.
Muitos curiosos, inclusive turistas, olhavam intrigados a nossa atitude e a todo o instante nos questionavam sobre a origem daquele resíduo. A resposta estava na ponta da língua: Carnaval!
Vou logo informando aos amigos leitores que não sou contra o carnaval, muito pelo contrário, sou fã por diversos motivos, mas acho que a realidade da festa não guarda a menor relação com as belíssimas cenas, as informações rasgadas de elogios e a excessiva euforia amplamente divulgada pela mídia.
Sei que o comprometimento com os patrocinadores e aquela velha guerrinha de vaidades contra os carnavais de outros estados como Pernambuco e Rio de Janeiro, acabam conspirando para isso. Mas vejo aí um modelo cansado, super dimensionado, sem inovações socialmente positivas e remando na direção oposta ao desenvolvimento sustentável da nossa cidade.
Aquele lixo submarino é um pequeno sinal deste retrocesso. Pior, patrocinado solidariamente pelos grandes empresários, artistas e principalmente pelo poder público que tem o dever de melhorar nossa segurança, nossa saúde e educação.
Aproveito o embalo para incluir indignação semelhante sobre os eventos realizados na praia do Porto da Barra durante o verão.
O “Música no Porto” e o “Espicha Verão” não tem trazido nada de bom para nossa cidade, além da oportunidade de vermos ótimos artistas de perto e de graça. De resto, o lixo, o mau cheiro, a degradação ambiental, o xixi pelas ruas, a impressionante quantidade de ambulantes amontoados por todos os espaços públicos e a agressão aos patrimônios históricos, são um grande “pé na bunda” do turista de qualidade.
É o mesmo que olhar para uma bela maçã com a casca brilhante e aspecto suculento, porém, apodrecida por dentro…
Naquele final de tarde acabamos contemplando um por do sol diferente. O monte de lixo empilhado na calçada do Farol da Barra virou atração. E como Deus é grande, fomos brindados com a presença de valorosos catadores de rua para finalizar a limpeza.
Desta ação, além das ótimas imagens documentadas e
O fundo do mar não merece aquele bloco reluzente e, ao contrário do asfalto, o oceano costuma revidar violentamente as agressões sofridas.
Não tem alegria alguma no fundo da folia!
sexta-feira, agosto 28, 2009
A corrida dos palhaços continua: 2. Almeida Lima

quarta-feira, agosto 26, 2009
Conhecendo os palhaços 1: Com vocês o Senhor Adelmir!!!
Senador Adelmir Araújo Santana terça-feira, agosto 25, 2009
Dia 25/08, dia dos cara-de-pau!!!!

Senhor Senado e seus Ilustríssimos Palhaços
Digo isso pois há um tempo venho me familiarizando com assuntos ligados à política e o funcionamento dessa máquina brasileira. Sou iniciante nesse assunto, mas fico chocada a cada vez que tomo consciência de mais uma peculiaridade suja da máquina da sujeira política brasileira.
Ao ver figurinhas, que deveriam ser representantes populares, no Senado, com um currículo não tão limpo, fico com um certo nojo de tamanha cara de pau que estas pessoas têm. Pessoas como José Sarney, Renan Calheiros e Fernado Collor de Melo, só para citar alguns exemplos,com seus ares de arrogância naturais, são o exemplo vivo da hipocrisia. Apesar de estarem mais na mídia atualmente, estes palhaços vêm aprontando há muito tempo e só saem na mídia quando é interessante politicamente para tais meios de comunicação.
A proposta que faço a mim mesma, para adqueirir mais conhecimento sobre a causa, fazer um estudo preliminar dos senadores que hoje compoem a tal máquina do legislativo e entender melhor a quem o país está submetido. Afinal, qualquer iniciativa política nacional não vai adiante se o legislativo não aprovar.
Então de que vale Sarney ser enchotado da presidência do Senado, e a estrutura continuar a mesma, se o seu vice-presidente é da oposição de Lula e pode, apenas por retaliação, barrar os projetos sociais propostos?
Ou de que vale Sarney ser expulso e continuar controlando o principal veículo de comunicação do Maranhão e controlanado as informações daquele povo?
De que vale Sarney ser expulso e continuarem lá Calheiro, Collor e os outros palhaços ridicularizando-nos com sua hipocrisia e nos fazendo de otários? E estes podem assumir a presidência do Senado e continuar a usar do poder legislativo para aumentar seus sacos de dinheiro e deixar a população nacional a ver navios, ao léu...
Senhor Senado precisa de uma reestruturação. Seus palhaços precisam ser reciclados e transformados em mágicos "do bem", que trabalhem em prol do povo e não de seus maiores interesses.
segunda-feira, julho 06, 2009
Roda a rede vibrante da vida
Pode ser que esse mal estar passe ou que essa tal coisa se ache. O importante, para mim, é seguir vibrando, sentindo e movimentando na REDE RODANTE da vida.
Parafraseando o ditado mais dito da vida, não há nada como um dia após o outro, e tudo passa.
VIVA A VIBRAÇÃO
quarta-feira, julho 01, 2009
Felicidades no primeiro semestre
Uma inovidade para mim, foi iniciar a participação no Núcleo IVE URB. Um grupo de pessoas, na sua maioria arquitetos e paisagistas, com o propósito de discutir soluções de infraestrutura urbana e sustentáveis para a nossa Cidade Maravilhosa, que hoje precisa de ajustes para voltar a ser tão maravilhosa como era. É verdade, né, gente?
Nosso Núcleo tem um site e é aberto a quem quiser participar. www.nucleoiveurb.wordpress.com
Através dessa participação, conheci pessoas muito bacanas, que tenho prazer em dizer que fazem parte dos meus contatos hoje. Creio que juntos vamos ontinuar a discutir, debater e criar inovações , idéias, projetos e uma vida mais verde de viver!
E vamos com o segundo semestre!
200inovações para o próximo semestre
Como se não bastesse o país estar se recuperando, ao mesmo tempo que sofrendo, dos efeitos da crise econômica que se instaurou no final do ano passado, assistimos a aviões caindo, confusões políticas (que sempre houve, mas que agora estão sendo divulgadas), personalidades morrerem... Enfim, muitas más notícias sequenciais para poucos seis meses.
Para mim, pessoalmente, também não foram seis meses promissores. Podiam ter sido melhores. Mas tenho certeza que para a outra metade desse 2009 tudo vai melhorar.
Mais projetos vão surgir
Menos aviões vão cair (o ideal é nenhum)
Muito mais momento ótimos
Alegriais infinitas vão estar por aí!
E vamo que vamo!!!
quarta-feira, junho 10, 2009
terça-feira, maio 19, 2009
quarta-feira, junho 18, 2008
E faz frio no Rio!!!
Um mofo de calor, de guardado, que toma as roupas pela falta de uso... Seria este o mesmo mofo que apodrece algumas das nossas autoridades estaduais, e nacionais? Um mofo que encobre o lado humano de certos seres vivos e os tornam, como que animais irracionais. Sejam estes tomados de mofo ou não, são podres, de atitudes perversas e inimagináveis na mente de pessoas com um lado humanístico forte. Exemplo foi a cena que o Brasil inteiro assistiu semana passada, quando membros do exército capturaram, torturaram e entregaram jovens de uma comunidade a traficantes de uma outra comunidade rival!!!!! Pelos céeeeeeeeeeeuuuuuuuuuuuuuuuus!!! Onde já se viu uma coisa dessas?
Pessoas corruptas (como será que entraram na instituição do exército?), mau caráter!!! Será por vício? Uma maneira truncada de pagar drogas ao tráfico? O que houve com esses rapazes?
Hobbes e Rousseau, pensadores antigos, afirmavam e concordavam que o homem é o lobo do homem. Acho que esse instinto faz parte da existência. Mas quando somos introduzidos a uma série de conceitos necessários para se conviver em sociedade, como respeito e limites, assume-se que quem concordar em conviver com outros, vai respeitar essa outra existência. Observando o que acontece na prática, o entendimento não é bem assim. A crueldade assola a existência humana e perverte a vida de uns, toma as de outros...
Não digo que haja um certo e um errado, mas apenas que me sinto encomodada e entorpecida ao ver situações como esta acontecendo todos os dias bem próximo de mim...
Até quando as autoridades vão ser cúmplices dessas chacinas?
Vergonha deixar o frio do tempo trazer o frio da morte impestiar nossa cidade (maravilhosa?).
Meu coração está apertado de frio.
quinta-feira, abril 03, 2008
Ser mulher é sofrer uma vez por mês
Mas tento não me deixar abater por esses momentos da vida e sigo adiante na luta da vida. Sendo flor, espinho, pluma ou espada,e, às vezes, sendo tudo ao mesmo tempo.
