Ontem participei de um evento na Barra e passei o dia inteiro naquele bairro. Tenho medo de ir para a Barra por conta do trânsito kilométrico constante para chegar ou sair daquela região e por eu ter total consciência da falta de planejamento de tráfego para a nossa cidade do Rio de Janeiro. Chegar até lá, saindo da Zona Sul, de carro, já é difícil, imagina de transporte público??!!! Enfim fui e não peguei muito trânsito, mas, na volta...................... foram 2 horas da Barra até a Zona Sul, sem ter muitos motivos evidentes.
CARAMBA! Até quando ir e voltar da Barra no horário comercial será uma martírio para todos que enfrentam essa tenebrosa tarefa? Somos cobrados para andar menos em carros, enquanto as concessionárias reduzem preços de impostos e incentivam a venda, cada vez maior, de carros. Os fabricantes de automóveis estão crescendo mais e mais e a indústria automotiva segue o rumo capitalista sem ligar, aparentemente, para o consumo consciente de carros ou para o comércio justo. O incentivo à venda não vem acompanhado de uma campanha de conscientização sobre o consumo de carros ou sobre o bom comportamento no trânsito. Isso sim é importante!
Além da grande quantidade de carros na cidade, o comportamento dos motoristas também deixa muito a desejar. Carros e motocicletas não se respeitam. Taxis e ônibus se acham os motoristas donos das ruas e carros de autoridades passam a torto e a direito como doidos ligando suas sirenes, muitas vezes, sem necessidade. Atomóveis fechando cruzamentos, parados em cima das faixas de pedestres etc, contribuem para o caos e o nós no trânsito carioca...
Uma pergunta: como será para as pessoas se locomoverem durante os próximos grandes eventos na cidade? Será necessário instaurar feriado, como vai acontecer na Rio+20, para todos os eventos que vierem para a grantia de que as pessoas vão sair e conseguir trafegar bem aos seus destinos?
sexta-feira, maio 18, 2012
Finalmente saiu a Lei de Acesso à Informação! Rumo à democracia!
Continuando sobre os acontecimentos importantes dessa semana de 2012, no dia 16 de maio, última quarta-feira, entrou em vigor a Lei de Acesso à Informação Pública, finalmente. Sempre torci para que esta fosse aprovada e praticada logo pois acredito que a transparência das informações ´um grande passo rumo à democracia real.
Num país onde os militares ainda comemoram o golpe militar e que vive sob a tutela de um Estado católico apostólico romano, que em nas cédulas de dinheiro escrito "Deus seja louvado", não pode se dizer democrático de fato. Tomara que, a partir desse acesso à informação, todos possam ter mais consciência de que ainda vivemos resquícios de uma ditadura de informação e que possamos lutar mais contra pela liberdade de expressão.
Também essa semana li que um veículo de comunicação de TV se recusou a transmitir a campanha eleitoral de um candidato do PT... Sendo que qualquer candidato tem o direito de veicular sua campanha na televisão, e o veículo, ao meu entender, não pode negar a exibição. Pode, Arnaldo?
Falta tanto para atingirmos um nível de sociedade democrática e socialmente responsável... Bobos são os que têm a ilusão de que o Estado brasileiro é democrático e aberto. Talvez estejamos caminhando para isso. Mas, caminhando...
Para saber mais sobre a Lei de Acesso à Informação clique aqui.
Precisa-se de mudança cultural para novo consumo
No último dia 14 de maio, foi comemorado os 20 anos do CEMPRE(Compromisso Empresarial para reciclagem), ou seja, 20 anos de investimento das empresas em reciclagem. Eu fui lá conferir os avanços da reciclagem no mundo corporativo e fiquei feliz por um lado. Há empresas investindo me reciclagem aqui no Rio e investindo na capacitação dos catadores de lixo também. Isso é bom porque os catadores são os personagens principais do ciclo da reciclagem no momento.
São eles os responsáveis por coletar o lixo seco para dar a destinação mais apropriada, apesar de fazerem parte de uma classe em estruturação ainda. Eles fazem o papel que empresas de coleta de lixo já deveriam estar fazendo e parece que não estão. Nesse evento pude descobrir que não há um interesse verídico das empresas em fazerem essa coleta seletiva porque o preço pag pelo lixo é calculado em cima da quantidade contida em cada caminhão. Dessa forma, se o lixo é separado, os caminhões vão conter menos lixo por unidade, né?
Mas numa época em que se fala tanto em sustentabilidade e no consumo consciente, quando a lei de Resíduos Sólidos foi aprovada, por que não investir na coleta seletiva do lixo e repartir lucros com os stakeholders deste proceso, levando em consideração o ciclo de vida de um produto e logística reversa? Talvez muitas empresas ainda não tenham percebido a importância de focar no reaproveitamento e reuso do lixo, e não tenham em mente o valor que os resíduos têm... Talvez por conta do valor cultural do lixo na nossa sociedade, equivalente a 0 ou negativo.
Inicialmente fiquei chocada de nenhum representante de empresas coletoras de lixo, com a Comlurb, estarem participando do evento. Tudo ficou mais claro depois de entender os interesses políticos que permeiam o mundo da reciclagem e da coleta de lixo. Saí com a certeza de que, enquanto a cultura do consumo não mudar, e os nossos valores com relação a lixo e os profissionais que trabalham na coleta e tratamento do lixo, o descarte ainda será feito de maneira errada e as grandes empresas ainda vão focar no consumo enlouquecido e na obsolescência planejada de cada um deles.
Para saber mais sobre o negócio da logística reversa clique aqui.
São eles os responsáveis por coletar o lixo seco para dar a destinação mais apropriada, apesar de fazerem parte de uma classe em estruturação ainda. Eles fazem o papel que empresas de coleta de lixo já deveriam estar fazendo e parece que não estão. Nesse evento pude descobrir que não há um interesse verídico das empresas em fazerem essa coleta seletiva porque o preço pag pelo lixo é calculado em cima da quantidade contida em cada caminhão. Dessa forma, se o lixo é separado, os caminhões vão conter menos lixo por unidade, né?
Mas numa época em que se fala tanto em sustentabilidade e no consumo consciente, quando a lei de Resíduos Sólidos foi aprovada, por que não investir na coleta seletiva do lixo e repartir lucros com os stakeholders deste proceso, levando em consideração o ciclo de vida de um produto e logística reversa? Talvez muitas empresas ainda não tenham percebido a importância de focar no reaproveitamento e reuso do lixo, e não tenham em mente o valor que os resíduos têm... Talvez por conta do valor cultural do lixo na nossa sociedade, equivalente a 0 ou negativo.
Inicialmente fiquei chocada de nenhum representante de empresas coletoras de lixo, com a Comlurb, estarem participando do evento. Tudo ficou mais claro depois de entender os interesses políticos que permeiam o mundo da reciclagem e da coleta de lixo. Saí com a certeza de que, enquanto a cultura do consumo não mudar, e os nossos valores com relação a lixo e os profissionais que trabalham na coleta e tratamento do lixo, o descarte ainda será feito de maneira errada e as grandes empresas ainda vão focar no consumo enlouquecido e na obsolescência planejada de cada um deles.
Para saber mais sobre o negócio da logística reversa clique aqui.
quarta-feira, maio 16, 2012
Ser vulnerável
Vulnerabilidade, existe dentro de todo mundo.
Escondida ou sobressaltada pode, muito bem, causar uma arrevoada. Ora esconde, volta e meia salta nas meias voltas da vida, e mostra uma face escondida do ser vivo frágil e a mercê de todas as coisas.
Um momento, uma hora, um segundo de frustração, encolhimento e nenhuma reflexão (quando submetido a extrema pressão).
De verdade, essa tal vulnerabilidade que assusta e desnuda está sempre ao nosso lado, em todas as decisões e relações que temos e fazemos. Saltar ou esconder?
Ser vulnerável assusta e faz cair nossas máscaras e personas de coragem e arrogância que, hora e outra, nos engrandecem. Um crescimento e sentimento falsos ou não, mas logo que chega, a vulnerabilidade, por pior que seja, mostra que, em todos, bate um coração.
Escondida ou sobressaltada pode, muito bem, causar uma arrevoada. Ora esconde, volta e meia salta nas meias voltas da vida, e mostra uma face escondida do ser vivo frágil e a mercê de todas as coisas.
Um momento, uma hora, um segundo de frustração, encolhimento e nenhuma reflexão (quando submetido a extrema pressão).
De verdade, essa tal vulnerabilidade que assusta e desnuda está sempre ao nosso lado, em todas as decisões e relações que temos e fazemos. Saltar ou esconder?
Ser vulnerável assusta e faz cair nossas máscaras e personas de coragem e arrogância que, hora e outra, nos engrandecem. Um crescimento e sentimento falsos ou não, mas logo que chega, a vulnerabilidade, por pior que seja, mostra que, em todos, bate um coração.
quinta-feira, maio 10, 2012
Urbanização bem feita não é vilã para o ambiente
Essa semana li que a urbanização desenfreada é uma dos grandes vilões do ambiente. Contudo não concordo com essa afirmação, uma vez que existem vários exemplos de urbanização em torno do mundo que previlegiam o meio ambiente nas cidades.
Hoje em dia estã muito populares conceitos como o de cidade sustentável e resiliência urbana. Será que os planejadores das cidades ainda não sabem disso ou têm preguiça de fazer? O sub-prefeito do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Vieira Muniz, é bem voltado para a discussão de assuntos que tenham a ver com a preservação do meio ambiente, só falta colocar isso em prática nos projetos do município, né?
Para apreender estratégias para a construção de cidades resilientes e sustentáveis , o Sr Carlos deveria participar mais das atividades do Instituto Inverde, que realiza palestras e cursos no tema. As palestras são gratuitas e abertas a todos. A próxima será na quarta-feira que vem (16/05).
Fiquem atentos!
Hoje em dia estã muito populares conceitos como o de cidade sustentável e resiliência urbana. Será que os planejadores das cidades ainda não sabem disso ou têm preguiça de fazer? O sub-prefeito do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Vieira Muniz, é bem voltado para a discussão de assuntos que tenham a ver com a preservação do meio ambiente, só falta colocar isso em prática nos projetos do município, né?
Para apreender estratégias para a construção de cidades resilientes e sustentáveis , o Sr Carlos deveria participar mais das atividades do Instituto Inverde, que realiza palestras e cursos no tema. As palestras são gratuitas e abertas a todos. A próxima será na quarta-feira que vem (16/05).
Fiquem atentos!
quarta-feira, maio 09, 2012
Quando uma religião específica é mais forte que um Estado LAICO
Certo dia eu estava viajando num taxi até Copacabana e conversava com o taxista sobre algum assunto ligado a religião e política quando este me diz que em toda cédula de dinheiro brasileiro há uma escritura dizendo "Deus seja louvado". Não podia acreditar no que via e ouvia e no real peso que a religião católica tem no país. Questionei o que o dinheiro tem a ver com religião e, logo, me veio a cabeça o fato de a maioria dos nossos políticos (a maioria ladrão), sempre serem ligados a alguma religião. Será que se sentem protegidos por Deus até na hora de roubar e desviar o dinheiro do povo?
Continuei no meu questionamento de como é que pode um Estado que se diz laico ter escrito em todas as suas cédulas monetárias "Deus seja louvado" e resolvi pesquisar sobre o assunto. Nessa pequena pesquisa descobri que a orde de escever "Deus seja louvado" nas cédulas de dinheiro vem direto do Conselho Monetário Nacional (CMN). A Casa da Moeda e o Banco Central apenas seguem ordens... Ok, mas a ordem dada pelo CMN, que fere os direitos do cidadão de ter a diretriz religiosa que bem entender, e também vai contra o que diz a Constituição Nacional de 1988 (Estado e religião devem ser mantidos separados), vem de quem? Será que els têm um contato secreto com as forças metafísicas?
Tendo ou não, é um absurdo que um Estado laico tenha a religião como símbolo nas cédulas financeiras. O mínimo que se podia fazer, era rever essa constituição que já já vai fazer 30 anos... Ou.... Riscamos as frases de nossas cédulas e agimos com está escrito na Constituição do Brasil!
Para saber mais sobre o caso do procurador clique no link a seguir:
http://espiritismo-estudo-duvidas.com/2012/02/15/deus-seja-louvado/
Continuei no meu questionamento de como é que pode um Estado que se diz laico ter escrito em todas as suas cédulas monetárias "Deus seja louvado" e resolvi pesquisar sobre o assunto. Nessa pequena pesquisa descobri que a orde de escever "Deus seja louvado" nas cédulas de dinheiro vem direto do Conselho Monetário Nacional (CMN). A Casa da Moeda e o Banco Central apenas seguem ordens... Ok, mas a ordem dada pelo CMN, que fere os direitos do cidadão de ter a diretriz religiosa que bem entender, e também vai contra o que diz a Constituição Nacional de 1988 (Estado e religião devem ser mantidos separados), vem de quem? Será que els têm um contato secreto com as forças metafísicas?
No início deste ano, houve um procurador que entrou com uma ação no MPF contra a Casa da Moeda para a retirada do escrito no dinheiro. Parece que a ação não deu em nada e, no final das contas, o Banco Central alegou que "a inscrição nas cédulas segue a Constituição, que foi promulgada “sob a proteção de Deus”". Entendido? Essa hipótese será maior que tudo o que regulamenta o nosso país e o nosso Estado?
Tendo ou não, é um absurdo que um Estado laico tenha a religião como símbolo nas cédulas financeiras. O mínimo que se podia fazer, era rever essa constituição que já já vai fazer 30 anos... Ou.... Riscamos as frases de nossas cédulas e agimos com está escrito na Constituição do Brasil!
Para saber mais sobre o caso do procurador clique no link a seguir:
http://espiritismo-estudo-duvidas.com/2012/02/15/deus-seja-louvado/
Alerta! Casos de saúde não podem virar estatísticas.
Essa semana li no jornal que o Hospital de Ipanema está em vias de fechar suas portas para a instalação de um centro de transplantes no local. Como se estivéssemos super bem servidos de hospitais públicos e particulares e pudéssemos sair fechando hospitais desse jeito. Já não bastam os hospitais abandonados e os jogados às traças que se encontram nessa nossa cidade maravilhosa?
Outro caso assustador de descaso para mim, é do Hospital São Sebastião no Cajú. Fechado, em 2008 , o Hospital de Infectologia de São Sebastião, também no Cajú, referência nacional no tratamento de doenças infectocontagiosas, tem, hoje, seu terreno ocupado por uma pequena comunidade comandada por uma milícia. Vergonhosa situação onde nenhuma das instâncias governamentais faz nada para mudar. E olha que o Brasil é deficitário em saúde em muitos dos seus estados, em todas as partes do país!
Não bastassem os hospitais em vias de fechar, outros abandonados etc, os que ainda funcionam não vão bem das pernas. Recebi um relato sobre Amanda, uma paciente grávida e anêmica que, ao procurar atendimento hospitalar na rede pública para ter seu bebê e viver bem com ele, acabou sendo morta por negligência dos médicos locais em adotarem os procedimentos de praxe para salvar a vida naquele caso. Exemplo de descaso maior não há. Será preguiça em exercer a profissão?
Pelo que entendo, é dever do médico trabalhar para salvar, manter ou melhorar a vida de quem está por essas bandas da existência na Terra. Será que interesses excusos, políticos e horrorosos estão fazendo a cabeça de alguns médicos hoje? Que absurda essa hipótese. Que esses malditos médicos assassinos sejam caçados e punidos por alguma lei, nem que seja a lei da existência.
Veja o relato dessa atrocidade que recebi de Priscila Pereira, tia da criança sobrevivente:
"No dia 03/05 por volta de 00:30 estava indo para o CTI ver minha sobrinha, quando fui
abordada por uma enfermeira do hospital,que me segurou pelo braço e disse que tinha algo
muito importante a me dizer. Porém declarou que nunca falaria publicamente o que iria me
contar.
A enfermeira relatou que precisa me contar sobre o parto da Amanda (minha sobrinha
falecida), pois já não aguentava mais ver o que estava acontecendo naquele hospital e nada
ser feito. Que muitos ali estavam angustiados pelo que aconteceu com minha sobrinha só não
tinham coragem de falar.
Sobre as coisas que me falou:
1- Que minha sobrinha Amanda chegou bem ao hospital, que na entrada ela(Amanda) e a
tia comunicaram que ela estava com anemia e estava tomando um medicamento, que
o noripurum estava na bolsa.
2- Que após a ministração de um medicamento, Amanda começou a sentir falta de ar. E o
médico disse ser uma reação normal ao medicamento.
3- Que ás 03:00 da manhã Amanda já não respondia pois estava muito cansada,pelo
trabalho de parto.
4- Que uma enfermeira o sugeriu fazer uma cesariana e colocar uma bolsa de sangue e o
mesmo médico disse que o parto seria normal.
5- Que já na mesa de cirurgia Amanda tem um corte (episiotomia) que começa a sangrar.
6- Que a Dr(a) Ana Cristina solicitou que colocasse gelo no local, após fazer a sutura e
encaminhá-la á sala de pré-parto para ficar em observação.
7- Amanda estava muito agitada e o médico, perguntou se ela fazia tratamento
psiquiátrico e a tia disse que não.Ele mandou que a enfermeira desse um calmante pra
ela dormir.
8- Que o diretor do Hospital pediu á algumas pessoas para que me observem e repassem
informações sobre o que estou fazendo e o que estou falando ao telefone para ele.
9- Que o laudo do IML já estava comprado, mais que R$30.000 mil, que não adiantava
eu procurar a comissão de investigação de saúde do Município, pois os médicos
são corporativistas e todos já tinham sido comunicados sobre o caso pelo diretor do
hospital.
10- Que outras pessoas já tinham passado pela mesma situação. Aí falei que o diretor disse
que durante toda a existência da maternidade este era o 2º óbito. Ela me disse que é
mentira, que como o hospital não tem UTI eles repassam para o Hospital Salgado Filho
e a pessoa morre lá ou no caminho. Que era o que tentaram fazer com Amanda mas
não deu tempo.
11- Disse também que minha sobrinha não tomou nenhuma bolsa de sangue como está no
prontuário e que o prontuário estava todo alterado.
12- Que uma enfermeira fez um relato de duas folhas, contando a verdade sobre o que
houve e os médicos retiraram essa folha.
13- Que existe um bebê no CTI que teve situação semelhante a da Amanda, e que está no
CTI á 6 meses, e que a mãe só sobreviveu porque estava acompanhada de sua mãe
na sala de parto e esta começou a gritar, falando que sua filha desmaiou e estava
morrendo, pois estava perdendo muito sangue. Eles a levaram ás pressas para a sala
de cirurgia e tiraram o bebê fazendo uma cesariana. E a mãe tomou 3 bolsas de sangue
e ficou 8 horas na mesa de cirurgia.
14- Que bebê do leito 2 no CTI ao lado da minha sobrinha, a mãe também faleceu só que
eles a transferiram para o Salgado Filho e ela morreu lá.
Pessoal,não sei se escrevi tudo correto, mas peço a ajuda de vocês porque o que estou
sentindo é um misto de revolta e dor. Tem uma cratera aberta em mim e uma dor na alma tão
profunda que chego a senti-la na carne. Não tenho conseguido me alimentar, não consigo sair
do hospital,não durmo direito desde domingo.
Como na minha família todos sem exceção ficaram muito mal, eu tive que me vestir de uma
força que eu não tenho e resolver toda essa questão de enterro. Mas ter enterrado minha
sobrinha com 21 anos na flor da idade e saudável está me fazendo tão mal, que não sei como
explicar.
Só para que tenham noção da minha relação com minha sobrinha, eu fiz no 2º grau téc. De
enfermagem e a Amanda ficava fascinada quando me via de branco. No ano passado me
passado Amanda resolveu fazer téc. De enfermagem e me pediu ajuda, tentei persuadi-la para
uma outra área mas a nega tinha posição. Então fez prova para a FAETEC Quintino e passou,
cursou até o fim do ano, mas com a gravidez estava enjoando muito e resolveu trancar a
matrícula até o bebê nascer.
Amanda começou o pré-natal com 2 meses de gravidez e nunca teve problema algum de
saúde.Nunca foi internada durante a gestação, E nem tomou nenhuma medicação fora as
vitaminas normais. O bebê (Kauanne) nunca apresentou nenhum problema o último ultrassom
que está comigo a bebê tinha 3,500kg, e nenhum problema de formação.
Amanda estava muito feliz com essa gravidez e apesar do susto inicial da família quando ela
ficou grávida, todos ficaram felizes, pois a Amanda era muito meiga e amável com todos,
então nós apoiamos e começamos o enxoval, as festas (pois como já contei pra vcs na minha
família tudo é motivo para comemorar).
Amanda resolveu terminar o relacionamento com o pai do bebê porque não gostava mais dele
e ele tinha falado que o filho não era dele. Nós não ligamos porque o importante para nós era
que o filho era dela e ponto.
Amanda no dia 29/04 ás 09:00 hs começou a passar mal para ter o bebê pela manhã, foi a
Maternidade Leila Diniz e os médicos a mandaram voltar pois ainda não estava na hora.
Novamente por volta das 16 horas Amanda retornou para a Maternidade Leila Diniz e os
médicos disseram que ela já estava com 2,5 de dilatação, mas que não tinham vaga. Apesar
de aquela ter sido a maternidade de referência indicada para que ela procurasse quando fosse
ganhar o bebê. A médica perguntou se ela estava com carro aguardando, para que pudesse
levá-la a outra maternidade, ou se não Amanda teria que aguardar uma ambulância. A mãe da
Amanda informou que tinham condução própria e ela indicou a Maternidade Carmela Dutra
ou uma outra em Acari e afirmou que estas eram as duas que tinham vaga naquele momento.
Amanda deu entrada na Maternidade Carmela Dutra ás 19:14 hs tirou fotos no hospital, tomou
banho, a médica fez a sua anamnese, relatando que ela estava muito bem. Amanda mostrou
todos os exames e ultrassom e a médica disse que estava tudo bem. A Sandra tia que estava
acompanhando mostrou o medicamento que estava tomando para anemia e a médica disse
que ela estava bem.
Das 20:30 ás 03:00 da manhã Amanda sente falta de ar,tem taquicardia, reclama de estar sem
forças, e se sentindo fraca . A tia da Amanda disse que a médica pediu u exame de sangue,
antes da Amanda entrar em trabalho de parto e que o resultado chega minutos antes, mas a
médica disse em uma reunião com a família que ela só pediu o exame após o parto e perceber
a Amanda sem cor.
Às 03:00 os médicos resolvem fazer o parto da Amanda, pois dizem que Amanda já estava com
10 de dilatação. A Dr(a)Ana Cristina e o Dr(o) Wagner, começam o parto, o Dr(o) Wagner se
posiciona em cima da Amanda forçando a saída do feto, pois segundo ele Amanda não estava
cooperando. A Dr(a) Ana Cristina faz o corte para ajudar a saída do bebê que começa a sangrar
muito. Ela segura a cabeça do bebê e começa a puxar. O bebê nasceu sem respiração, e não
chorou as pediatras executam as técnicas de ressucitamento, o neném tem apgar 2’, 3’ e 4’, e
vai direto para o CTI. Amanda reclama de estar com sede, à doutora pede para dar água a ela.
A médica termina a suturação e manda que Amanda permaneça ali em observação. Pede para
que a enfermeira verifique a pressão, e batimentos. Os médicos colocam a Amanda no soro,
e ela começou a se debater segundo eles se motivo. O médico perguntou se ela já tinha feito
tratamento psiquiátrico e mandou que dessem a ela um calmante para que ela dormisse e se
acalmasse.
O que me chama atenção é que mesmo a Amanda com total dilatação conforme os médicos
dizem, ela ficou uma hora para ter o bebê, pois o bebê só nasceu ás 04:08. E após nascimento
do bebê Amanda ainda fica mais uma hora na sala fazendo sutura.
Às 06:35 a tia pergunta se Amanda está bem e se a avó do bebê pode subir, a médica D(a): Ana
Cristina responde que sim e fala que ela pode descer para fazer a troca.
Quando a mãe da Amanda sobe percebe a correria no setor e uma enfermeira a manda
descer. As 06:54 eles dão o óbito da Amanda.
Nós so conseguimos ver o corpo da Amanda e o bebê ás 09:30 da manhã após chamar a polícia
e a rede de TV chegar.
Ontem a família teve uma reunião com o diretor Dr(o) Sidney, os médicos Dr(a) Daiana (chefe
da equipe), a Dr(a)Ana Cristina e o Dr(o) Wagner que fizeram o parto, e eles não sabem
explicar o que houve, só que imaginam que o óbito tenha acontecido por conta da anemia. O
Dr(o) Sidney informou que entrou em contato com o IML e o mesmo já informou o resultado
do óbito dizendo que nada foi encontrado que indicasse um erro médico.
Eu gostaria de saber como o Dr(o): Sidney teve acesso a este laudo. Uma vez que foi eu quem
foi a delegacia e fez o RO solicitando necrópsica.
E o IML informou que o resultado leva de 30 a 60 dias para ficar pronto.
Quero saber então do que minha sobrinha morreu."
Para saber sobre a situação do Hospital de Ipanema, clique nesse link do JB Online: http://www.jb.com.br/rio/noticias/2012/05/08/padilha-diz-que-hospital-federal-de-ipanema-nao-sera-estadualizado/
Para saber sobre a situação calamitosa da saúde no Rio, clique nesse link abaixo:
http://soniarabello.blogspot.com.br/2012/03/saude-no-rio-faltam-leitos-mas.html
Outro caso assustador de descaso para mim, é do Hospital São Sebastião no Cajú. Fechado, em 2008 , o Hospital de Infectologia de São Sebastião, também no Cajú, referência nacional no tratamento de doenças infectocontagiosas, tem, hoje, seu terreno ocupado por uma pequena comunidade comandada por uma milícia. Vergonhosa situação onde nenhuma das instâncias governamentais faz nada para mudar. E olha que o Brasil é deficitário em saúde em muitos dos seus estados, em todas as partes do país!
Não bastassem os hospitais em vias de fechar, outros abandonados etc, os que ainda funcionam não vão bem das pernas. Recebi um relato sobre Amanda, uma paciente grávida e anêmica que, ao procurar atendimento hospitalar na rede pública para ter seu bebê e viver bem com ele, acabou sendo morta por negligência dos médicos locais em adotarem os procedimentos de praxe para salvar a vida naquele caso. Exemplo de descaso maior não há. Será preguiça em exercer a profissão?
Pelo que entendo, é dever do médico trabalhar para salvar, manter ou melhorar a vida de quem está por essas bandas da existência na Terra. Será que interesses excusos, políticos e horrorosos estão fazendo a cabeça de alguns médicos hoje? Que absurda essa hipótese. Que esses malditos médicos assassinos sejam caçados e punidos por alguma lei, nem que seja a lei da existência.
Veja o relato dessa atrocidade que recebi de Priscila Pereira, tia da criança sobrevivente:
"No dia 03/05 por volta de 00:30 estava indo para o CTI ver minha sobrinha, quando fui
abordada por uma enfermeira do hospital,que me segurou pelo braço e disse que tinha algo
muito importante a me dizer. Porém declarou que nunca falaria publicamente o que iria me
contar.
A enfermeira relatou que precisa me contar sobre o parto da Amanda (minha sobrinha
falecida), pois já não aguentava mais ver o que estava acontecendo naquele hospital e nada
ser feito. Que muitos ali estavam angustiados pelo que aconteceu com minha sobrinha só não
tinham coragem de falar.
Sobre as coisas que me falou:
1- Que minha sobrinha Amanda chegou bem ao hospital, que na entrada ela(Amanda) e a
tia comunicaram que ela estava com anemia e estava tomando um medicamento, que
o noripurum estava na bolsa.
2- Que após a ministração de um medicamento, Amanda começou a sentir falta de ar. E o
médico disse ser uma reação normal ao medicamento.
3- Que ás 03:00 da manhã Amanda já não respondia pois estava muito cansada,pelo
trabalho de parto.
4- Que uma enfermeira o sugeriu fazer uma cesariana e colocar uma bolsa de sangue e o
mesmo médico disse que o parto seria normal.
5- Que já na mesa de cirurgia Amanda tem um corte (episiotomia) que começa a sangrar.
6- Que a Dr(a) Ana Cristina solicitou que colocasse gelo no local, após fazer a sutura e
encaminhá-la á sala de pré-parto para ficar em observação.
7- Amanda estava muito agitada e o médico, perguntou se ela fazia tratamento
psiquiátrico e a tia disse que não.Ele mandou que a enfermeira desse um calmante pra
ela dormir.
8- Que o diretor do Hospital pediu á algumas pessoas para que me observem e repassem
informações sobre o que estou fazendo e o que estou falando ao telefone para ele.
9- Que o laudo do IML já estava comprado, mais que R$30.000 mil, que não adiantava
eu procurar a comissão de investigação de saúde do Município, pois os médicos
são corporativistas e todos já tinham sido comunicados sobre o caso pelo diretor do
hospital.
10- Que outras pessoas já tinham passado pela mesma situação. Aí falei que o diretor disse
que durante toda a existência da maternidade este era o 2º óbito. Ela me disse que é
mentira, que como o hospital não tem UTI eles repassam para o Hospital Salgado Filho
e a pessoa morre lá ou no caminho. Que era o que tentaram fazer com Amanda mas
não deu tempo.
11- Disse também que minha sobrinha não tomou nenhuma bolsa de sangue como está no
prontuário e que o prontuário estava todo alterado.
12- Que uma enfermeira fez um relato de duas folhas, contando a verdade sobre o que
houve e os médicos retiraram essa folha.
13- Que existe um bebê no CTI que teve situação semelhante a da Amanda, e que está no
CTI á 6 meses, e que a mãe só sobreviveu porque estava acompanhada de sua mãe
na sala de parto e esta começou a gritar, falando que sua filha desmaiou e estava
morrendo, pois estava perdendo muito sangue. Eles a levaram ás pressas para a sala
de cirurgia e tiraram o bebê fazendo uma cesariana. E a mãe tomou 3 bolsas de sangue
e ficou 8 horas na mesa de cirurgia.
14- Que bebê do leito 2 no CTI ao lado da minha sobrinha, a mãe também faleceu só que
eles a transferiram para o Salgado Filho e ela morreu lá.
Pessoal,não sei se escrevi tudo correto, mas peço a ajuda de vocês porque o que estou
sentindo é um misto de revolta e dor. Tem uma cratera aberta em mim e uma dor na alma tão
profunda que chego a senti-la na carne. Não tenho conseguido me alimentar, não consigo sair
do hospital,não durmo direito desde domingo.
Como na minha família todos sem exceção ficaram muito mal, eu tive que me vestir de uma
força que eu não tenho e resolver toda essa questão de enterro. Mas ter enterrado minha
sobrinha com 21 anos na flor da idade e saudável está me fazendo tão mal, que não sei como
explicar.
Só para que tenham noção da minha relação com minha sobrinha, eu fiz no 2º grau téc. De
enfermagem e a Amanda ficava fascinada quando me via de branco. No ano passado me
passado Amanda resolveu fazer téc. De enfermagem e me pediu ajuda, tentei persuadi-la para
uma outra área mas a nega tinha posição. Então fez prova para a FAETEC Quintino e passou,
cursou até o fim do ano, mas com a gravidez estava enjoando muito e resolveu trancar a
matrícula até o bebê nascer.
Amanda começou o pré-natal com 2 meses de gravidez e nunca teve problema algum de
saúde.Nunca foi internada durante a gestação, E nem tomou nenhuma medicação fora as
vitaminas normais. O bebê (Kauanne) nunca apresentou nenhum problema o último ultrassom
que está comigo a bebê tinha 3,500kg, e nenhum problema de formação.
Amanda estava muito feliz com essa gravidez e apesar do susto inicial da família quando ela
ficou grávida, todos ficaram felizes, pois a Amanda era muito meiga e amável com todos,
então nós apoiamos e começamos o enxoval, as festas (pois como já contei pra vcs na minha
família tudo é motivo para comemorar).
Amanda resolveu terminar o relacionamento com o pai do bebê porque não gostava mais dele
e ele tinha falado que o filho não era dele. Nós não ligamos porque o importante para nós era
que o filho era dela e ponto.
Amanda no dia 29/04 ás 09:00 hs começou a passar mal para ter o bebê pela manhã, foi a
Maternidade Leila Diniz e os médicos a mandaram voltar pois ainda não estava na hora.
Novamente por volta das 16 horas Amanda retornou para a Maternidade Leila Diniz e os
médicos disseram que ela já estava com 2,5 de dilatação, mas que não tinham vaga. Apesar
de aquela ter sido a maternidade de referência indicada para que ela procurasse quando fosse
ganhar o bebê. A médica perguntou se ela estava com carro aguardando, para que pudesse
levá-la a outra maternidade, ou se não Amanda teria que aguardar uma ambulância. A mãe da
Amanda informou que tinham condução própria e ela indicou a Maternidade Carmela Dutra
ou uma outra em Acari e afirmou que estas eram as duas que tinham vaga naquele momento.
Amanda deu entrada na Maternidade Carmela Dutra ás 19:14 hs tirou fotos no hospital, tomou
banho, a médica fez a sua anamnese, relatando que ela estava muito bem. Amanda mostrou
todos os exames e ultrassom e a médica disse que estava tudo bem. A Sandra tia que estava
acompanhando mostrou o medicamento que estava tomando para anemia e a médica disse
que ela estava bem.
Das 20:30 ás 03:00 da manhã Amanda sente falta de ar,tem taquicardia, reclama de estar sem
forças, e se sentindo fraca . A tia da Amanda disse que a médica pediu u exame de sangue,
antes da Amanda entrar em trabalho de parto e que o resultado chega minutos antes, mas a
médica disse em uma reunião com a família que ela só pediu o exame após o parto e perceber
a Amanda sem cor.
Às 03:00 os médicos resolvem fazer o parto da Amanda, pois dizem que Amanda já estava com
10 de dilatação. A Dr(a)Ana Cristina e o Dr(o) Wagner, começam o parto, o Dr(o) Wagner se
posiciona em cima da Amanda forçando a saída do feto, pois segundo ele Amanda não estava
cooperando. A Dr(a) Ana Cristina faz o corte para ajudar a saída do bebê que começa a sangrar
muito. Ela segura a cabeça do bebê e começa a puxar. O bebê nasceu sem respiração, e não
chorou as pediatras executam as técnicas de ressucitamento, o neném tem apgar 2’, 3’ e 4’, e
vai direto para o CTI. Amanda reclama de estar com sede, à doutora pede para dar água a ela.
A médica termina a suturação e manda que Amanda permaneça ali em observação. Pede para
que a enfermeira verifique a pressão, e batimentos. Os médicos colocam a Amanda no soro,
e ela começou a se debater segundo eles se motivo. O médico perguntou se ela já tinha feito
tratamento psiquiátrico e mandou que dessem a ela um calmante para que ela dormisse e se
acalmasse.
O que me chama atenção é que mesmo a Amanda com total dilatação conforme os médicos
dizem, ela ficou uma hora para ter o bebê, pois o bebê só nasceu ás 04:08. E após nascimento
do bebê Amanda ainda fica mais uma hora na sala fazendo sutura.
Às 06:35 a tia pergunta se Amanda está bem e se a avó do bebê pode subir, a médica D(a): Ana
Cristina responde que sim e fala que ela pode descer para fazer a troca.
Quando a mãe da Amanda sobe percebe a correria no setor e uma enfermeira a manda
descer. As 06:54 eles dão o óbito da Amanda.
Nós so conseguimos ver o corpo da Amanda e o bebê ás 09:30 da manhã após chamar a polícia
e a rede de TV chegar.
Ontem a família teve uma reunião com o diretor Dr(o) Sidney, os médicos Dr(a) Daiana (chefe
da equipe), a Dr(a)Ana Cristina e o Dr(o) Wagner que fizeram o parto, e eles não sabem
explicar o que houve, só que imaginam que o óbito tenha acontecido por conta da anemia. O
Dr(o) Sidney informou que entrou em contato com o IML e o mesmo já informou o resultado
do óbito dizendo que nada foi encontrado que indicasse um erro médico.
Eu gostaria de saber como o Dr(o): Sidney teve acesso a este laudo. Uma vez que foi eu quem
foi a delegacia e fez o RO solicitando necrópsica.
E o IML informou que o resultado leva de 30 a 60 dias para ficar pronto.
Quero saber então do que minha sobrinha morreu."
Para saber sobre a situação do Hospital de Ipanema, clique nesse link do JB Online: http://www.jb.com.br/rio/noticias/2012/05/08/padilha-diz-que-hospital-federal-de-ipanema-nao-sera-estadualizado/
Para saber sobre a situação calamitosa da saúde no Rio, clique nesse link abaixo:
http://soniarabello.blogspot.com.br/2012/03/saude-no-rio-faltam-leitos-mas.html
Onde trafegam as bicicletas elétricas?
Chocante ver como bicicletas elétricas, verdadeiras mobiletes, trafegam muito veloz, no modo automático, na pista de bicicletas tradicionais! Não, não trata-se de preconceito devido ao tipo de bicicleta, mas sim a uma conscientização de que indo a 50 Km/h, velocidade de uma Honda Biz, o veículo representa um perigo para uma via onde deveriam ter, somente, bicicletas de pedal. Até porque essas bicicletas pedaláveis páram com mais facilidade e representam um perigo muito menor do que uma motorizada.
Ontem, ao trafegar com minha bicicleta na ciclovia, vi uma senhora montada na sua bicicleta elétrica trafegando na mesma via que eu, com a maior normalidade do mundo. Meu impulso foi dizer-lhe que era proibido aquilo, mas claro que ela não deu ouvidos.
Fiquei pensando em toda essa polêmica da bicicleta elétrica que foi apreendida na blitz da Lei Seca aqui no Rio e se essa senhora, assim como vários outros usuários desse tipo de veículo, não se deram conta que bicicleta elétrica, no modo elétrico, deve trafegar na rua junto com os outros veículos motorizados. Dessa forma oferece menos perigo aos ciclistas e aos pedestres. Cadê a consciência individual de respeito à vida? Porque consciência global, essa está bem longe de ser alcançada.
Mas a culpa total não é das pessoas, mas compartilhada com nossas autoridades que não legislam ou fiscalizam muitas coisas da nossa cidade que precisam de boas leis e fiscalização para que funcionem bem. O Prefeito da nossa cidade iguala a bicicleta elétrica às comuns, como podemos ver nessa matéria do site Terra, já o Denatran diz que as bicicletas elétricas devem ser tratadas como motos, com emplacamento e licenças apropriadas. E agora, como fica o usuário, qual lei deve seguir?
Veja mais sobre a polêmica das bicicletas elétricas e a falta de regulamentação nessa matéria do site O Globo: http://oglobo.globo.com/rio/o-domingo-das-bicicletas-eletricas-4827360
Ontem, ao trafegar com minha bicicleta na ciclovia, vi uma senhora montada na sua bicicleta elétrica trafegando na mesma via que eu, com a maior normalidade do mundo. Meu impulso foi dizer-lhe que era proibido aquilo, mas claro que ela não deu ouvidos.
Fiquei pensando em toda essa polêmica da bicicleta elétrica que foi apreendida na blitz da Lei Seca aqui no Rio e se essa senhora, assim como vários outros usuários desse tipo de veículo, não se deram conta que bicicleta elétrica, no modo elétrico, deve trafegar na rua junto com os outros veículos motorizados. Dessa forma oferece menos perigo aos ciclistas e aos pedestres. Cadê a consciência individual de respeito à vida? Porque consciência global, essa está bem longe de ser alcançada.
Mas a culpa total não é das pessoas, mas compartilhada com nossas autoridades que não legislam ou fiscalizam muitas coisas da nossa cidade que precisam de boas leis e fiscalização para que funcionem bem. O Prefeito da nossa cidade iguala a bicicleta elétrica às comuns, como podemos ver nessa matéria do site Terra, já o Denatran diz que as bicicletas elétricas devem ser tratadas como motos, com emplacamento e licenças apropriadas. E agora, como fica o usuário, qual lei deve seguir?
Veja mais sobre a polêmica das bicicletas elétricas e a falta de regulamentação nessa matéria do site O Globo: http://oglobo.globo.com/rio/o-domingo-das-bicicletas-eletricas-4827360
Patativa do Assaré: uma das histórias que o Brasil esqueceu contada magnificamente nos palcos
Há 2 semanas tive o privilégio de assistir a um dos melhores espetáculos teatrais que já vi até hoje. - Concerto de Ispinho e Fulô, da Cia Tijolo, de São Paulo. De forma linda, profunda e leve contaram a estória do poeta sertanejo Patativa do Assaré e do Sítio Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, a 40 minutos do Crato, no Ceará.
O Sítio Caldeirão do Deserto foi uma comunidade do interior do Ceará que vivia com leis próprias e com trabalhadores que não queriam se envolver com a sociedade além sítio. O que aconteceu foi que o Governo Getúlio Vargas, temendo que esta pequena comunidade se tornasse um outro Canudos, mandou destruir esse local. O Sítio foi bombardeado por aviões e massacrado por solo pelo exército na década de 30 com a justificativa de um medo do governo de que aquelas pessoas se rebelassem, como havia acontecido em Canudos. Foi uma grande chacina devidamente APAGADA da história do Brasil e do Ceará.
Apesar de não haver livros que contem essa história de resistência tão importante para o nosso país, uma vez que, hoje, resiste-se pouco a qualquer aberração proposta pelos governos e realizadas pelas autoridades brasileiras, Assaré e o Sítio do Caldeirão do Deserto ficaram eternizados e enaltecidos nos repentes sofridos de Patativa do Assaré.
Para saber sobre o Massacre do Sítio Caldeirão do Deserto, em Assaré, e conhecer mais da nossa história, clique aqui.
Com humor e descontração, a Cia Tijolo contou magnificamente a história de Patativa, seu sofrimento e seu amor po Assaré. Uma belíssima história de vida e resistência, de amor ao nosso país e a força e beleza da nossa cultura brasileira que merece ser contada em livros, cantigas, repentes e, por que não, ser incluida nas aula de História do Brasil. Uma peça que traz de volta o valor da cultura popular e faz uma boa referência à importância dos cearenses para a mão de obra no estado de São Paulo hoje.
Esse projeto iniciou da vontade de Dinho Lima Flor, ator, contar a história de Patativa do Assaré. A partir daí juntou-se atores de vários estados brasileiro e muita vontade de contar a história que a HISTORIA fez questão de esquecer. Além de toda essa riqueza, a peça ainda traz de volta a importância do rádio como principal meio de comunicação dessa época, comunicação de fatos e de tendências culturais. Nossa, como amei essa peça. Não sei quando vão se apresentar de novo, mas, se eu pudesse, investiria nesse espetáculo! Quem sabe através de croudsourcing?
Para conhecer mais sobre o projeto da peça, clique no Blog Concerto de Ispinho e Fulô
O Sítio Caldeirão do Deserto foi uma comunidade do interior do Ceará que vivia com leis próprias e com trabalhadores que não queriam se envolver com a sociedade além sítio. O que aconteceu foi que o Governo Getúlio Vargas, temendo que esta pequena comunidade se tornasse um outro Canudos, mandou destruir esse local. O Sítio foi bombardeado por aviões e massacrado por solo pelo exército na década de 30 com a justificativa de um medo do governo de que aquelas pessoas se rebelassem, como havia acontecido em Canudos. Foi uma grande chacina devidamente APAGADA da história do Brasil e do Ceará.
Apesar de não haver livros que contem essa história de resistência tão importante para o nosso país, uma vez que, hoje, resiste-se pouco a qualquer aberração proposta pelos governos e realizadas pelas autoridades brasileiras, Assaré e o Sítio do Caldeirão do Deserto ficaram eternizados e enaltecidos nos repentes sofridos de Patativa do Assaré.
Para saber sobre o Massacre do Sítio Caldeirão do Deserto, em Assaré, e conhecer mais da nossa história, clique aqui.
Com humor e descontração, a Cia Tijolo contou magnificamente a história de Patativa, seu sofrimento e seu amor po Assaré. Uma belíssima história de vida e resistência, de amor ao nosso país e a força e beleza da nossa cultura brasileira que merece ser contada em livros, cantigas, repentes e, por que não, ser incluida nas aula de História do Brasil. Uma peça que traz de volta o valor da cultura popular e faz uma boa referência à importância dos cearenses para a mão de obra no estado de São Paulo hoje.
Esse projeto iniciou da vontade de Dinho Lima Flor, ator, contar a história de Patativa do Assaré. A partir daí juntou-se atores de vários estados brasileiro e muita vontade de contar a história que a HISTORIA fez questão de esquecer. Além de toda essa riqueza, a peça ainda traz de volta a importância do rádio como principal meio de comunicação dessa época, comunicação de fatos e de tendências culturais. Nossa, como amei essa peça. Não sei quando vão se apresentar de novo, mas, se eu pudesse, investiria nesse espetáculo! Quem sabe através de croudsourcing?
Para conhecer mais sobre o projeto da peça, clique no Blog Concerto de Ispinho e Fulô
sexta-feira, abril 20, 2012
Querer dar boa destinação aos resíduos sólidos nem sempre é poder
Como mostra essa matéria do site Doe seu lixo, fica muito difícil para as cidades colocarem em prática suas políticas públicas de destinação dos resíduos sólidos. Apesar das leis promulgadas e da boa vontade de alguns, a grande burocracia brasileira empaca, e muito, a execução de práticas ambientalmente corretas.
Veja aí como é complicado querer agir corretamente, neste caso, aqui no Brasil....
O excesso de burocracia é um dos principais entraves que impedem o cumprimento da determinação de acabar com os lixões até 2014, prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos. A reclamação dos prefeitos é que o prazo é apertado para cumprir todas as exigências previstas na lei. O prefeito de Paranaguá (PR), José Baka Filho, disse que a cidade aguarda há seis anos a liberação de recursos para a construção de um aterro sanitário. “O lixão é uma chaga, uma doença enorme dentro da cidade. Além dos problemas de ordem ambiental, nos deparamos com os problemas de ordem burocrática”.
Além de determinar o fim dos lixões em todo o país, a nova legislação prevê a redução gradual do volume de resíduos sólidos recicláveis que ainda são enviados aos aterros. A ideia é que, cada vez mais, esse material seja encaminhado para tratamento e reciclagem adequados.
A secretária de Meio Ambiente de Mesquita (RJ), Kátia Perobelli, reclama que, além da burocracia, há o alto custo para construir um aterro sanitário. Em Mesquita, a coleta seletiva de lixo é feita desde 2005, em parceria com cooperativas de catadores. “Os municípios não vão conseguir cumprir o cronograma da lei. Em Mesquita, temos sete anos de programa e, hoje, só consigo enviar 1,6% do lixo reciclável da cidade para as cooperativas”, explicou.
A lei também determina que, até agosto, os municípios iniciem seus planos de gestão de resíduos sólidos. “Só receberão recursos os municípios que tiverem, pelo menos, iniciado a elaboração de seus planos”, explicou o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Silvano Silvério da Costa.
Fonte: Folha de Pernambuco
http://www.doeseulixo.org.br/ultimas-noticias/burocracia-impede-fim-dos-lixoes/
A Rio+20 se aproxima e é cada proposta absurda que aparece: Novo Autódromo destruirá Mata Atlântica
Vê se pode a Prefeitura da cidade que vai abrigar a Conferência da Rio+20, a nossa mesmo, consentir a destruição de um autódromo já pronto, para ser construído em outro lugar próximo e ainda num área de mata atlântica!!!!! O que há com esse povo?
Pois bem, o que acontece é isso mesmo. Por mais absurdo que seja há um projeto para os jogos olímpicos que prevê a destruição do atual Autódromo de Jacarepaguá e a sua reconstrução a um kilômetro dali, numa sítio de relevante valor paisagístico e ambiental para a região, passando por cima de uma Lei de Proteção Ambiental!!! E pior, há, em Jacarepaguá, uma área, de posse do exército (mesma situação da área preservada onde querem construir), que já foi desmatada e pronta para ser utilizada, sem construção nem nada. Por que esse povo insiste em destruir várias áreas ambientais e fazer reconstruções sem fim?
Pelo que li na matéria abaixo da Andrea Redondo, há muitos interesses envolvidos nessa negociação, como os da Associação de Automobilistas, com certeza, do Governo e das empreiteiras prestadoras e serviços para a Prefeitura. Agora, até quando os interesses econômicos e políticos vão prevalecer sobre a preservação ambiental e a qualidade de vida?
Vejam abaixo o texto, na íntegra, de Andrea Redondo:
O Conselho Municipal do Meio Ambiente rejeitou a proposta de construção do novo autódromo do Rio na área do Morro da Estação, em Deodoro, e recomendou ao prefeito Eduardo Paes um novo local, a um quilômetro de distância. Aprovado por unanimidade, o relatório técnico mostra que o Morro da Estação, classificado pelo Plano Diretor como Sítio de Relevante Interesse Paisagístico e Ambiental, perderá espécies remanescentes da Mata Atlântica, também protegida por Lei Ambiental Federal. Trata-se de uma área pertencente ao Exército, e que equivale a 103 campos de futebol. Tem vegetaçao primária e secundária, com espécies que já alcançam mais de 4 metros de altura, num conjunto denso de floresta.
O presidente do conselho, Carlos Alberto Muniz, que é secretário de Meio Ambiente e vice-prefeito da cidade., concordou com a indicação do Consemac .O autódromo será uma concessão municipal. A prefeitura acordou formalmente com a associação de automobilismo que só fecharia o antigo autódromo , em Jacarepaguá, quando o outro estivesse construído. .O local do atual circuito será usado para sede do Parque Olímpico.
Na reunião do Consemac, os técnicos ressaltaram que a zona Norte é carente de áreas verdes e que perder uma cobertura de vegetação de Mata Atlântica para a construção de um autódromo vai em direção contrária à pol[itica de sustentabilidade. Ressaltaram a existência da área próxima à indicada, já quase sem vegetação, cujos impactos seriam muito menores. Esta outra área também pertence ao Exército.
O Rio sedia em junho o mais importante evento de cúpula de meio ambiente - a RIO+20 .e várias entidades ligadas a questão da sustentabilidade pretendem levar o tema aos debates. Na Câmara Municipal, as vereadoras Andrea Gouvêa Vieira e Sônia Rabello se movimentam para exigir da prefeitura o atendimento à recomendação do Consemac.
quinta-feira, abril 19, 2012
Corrupção de cima a baixo: há de ter uma resistência!
O que dizer desse vergonhoso caso do bicheiro Cachoeira envolvido com O senador Demôstenes Torres, deputados federais e com o grande conglomerado de comunicação do Grupo Abril, Organizações Globo e com a Folha de São Paulo?
Como comunicóloga, com graduação em publicidade, fico um tanto envergonhada de ver colegas profissionais (por vezes, muito competentes) se vendendo e fazendo matérias mentirosas, ocultando informações criminosas DE INTERESSE PUBLICO para benefício político. Sei que isso acontece desde sempre e até acho interessante tudo isso estar vindo a tona.
Mas insisto em acreditar que ainda há muita gente boa no campo da comunicação joranlística que forma uma resistência a esse outro bando que se vende. Infelizmente a corrupção está mais dentro das grandes empresas de comunicação que, apesar destas apresentarem, muitas vezes, matérias tendenciosas e parciais, são as que apresentam mais ibope.
Faço aqui um apelo para a busca de informações em meios alternativos sempre. Vivemos num mundo onde ter apenas um meio de comunicação, tornou-se igual a não ter nenhum ou a saber a informação só pela metade. Copio o link de um dos sites que tem dado informações mais coerentes com a realidade, O Conversa Afiada do Jornalista paulo Henrique Amorim. urlm.in/mckd
Coloque-o no seu favorito por gentileza. Vamos formar a força da resistência por uma informação clara e coerente. Afinal, informação é direito de todos!
Como comunicóloga, com graduação em publicidade, fico um tanto envergonhada de ver colegas profissionais (por vezes, muito competentes) se vendendo e fazendo matérias mentirosas, ocultando informações criminosas DE INTERESSE PUBLICO para benefício político. Sei que isso acontece desde sempre e até acho interessante tudo isso estar vindo a tona.
Mas insisto em acreditar que ainda há muita gente boa no campo da comunicação joranlística que forma uma resistência a esse outro bando que se vende. Infelizmente a corrupção está mais dentro das grandes empresas de comunicação que, apesar destas apresentarem, muitas vezes, matérias tendenciosas e parciais, são as que apresentam mais ibope.
Faço aqui um apelo para a busca de informações em meios alternativos sempre. Vivemos num mundo onde ter apenas um meio de comunicação, tornou-se igual a não ter nenhum ou a saber a informação só pela metade. Copio o link de um dos sites que tem dado informações mais coerentes com a realidade, O Conversa Afiada do Jornalista paulo Henrique Amorim. urlm.in/mckd
Coloque-o no seu favorito por gentileza. Vamos formar a força da resistência por uma informação clara e coerente. Afinal, informação é direito de todos!
quarta-feira, abril 18, 2012
Os Mamutes do sonho de Jô Bilac são os mamutes da vida real
Essa semana assisti à peça de teatro Os Mamutes, escrito por Jô Bilac, e simplesmente amei. Mais do que um chamada para ação, o espetáculo tem várias referências da bestialização do mundo em que vivemos e de muitos dos seus valores.
Através do olhar de uma menina de 9 anos, a narradora da peça, que flutua entre o olhar infantil e a risada maquiavélica de uma bruxa, interpretada maravilhosamente por Débora Lamm, a história de vida de um rapaz em busca de trabalho passeia por ideias de extermínio, ganância, banalização do real, troca da vida por dinheiro, abandono dos valores e da essência humana para fazer parte de uma falsa realidade próspera e muitas outras tristes realidades da desconexão humana do real e cotidiano.
No final das contas, Isadora Faca no Peito enfia a faca no peito dos espectadores ferindo-nos com as verdades da realidade da vida. Mostra que uma pessoa boa pode ser, apenas, uma impressão de bondade inexistente, que a ganância transforma pessoas e mata outras, que os valores da sociedade são regidos por interesses políticos, que as pessoas, na sua maioria, são bestializadas por esses interesses políticos de uma forma tal que perdem a capacidade de agir e reagir, defendendo seus reais valores, que a vida real é um espetáculo feito de marionetes. Mas quem manipula esses marionetes? Como rasgar o fio e ser livre da manipulação?
Jô Bilac sonhou e expressou em arte a necessidade das pessoas agirem mais e falarem menos. Deixar os óculos e a essência mamute de lado e realmente VER e VIVER.
Através do olhar de uma menina de 9 anos, a narradora da peça, que flutua entre o olhar infantil e a risada maquiavélica de uma bruxa, interpretada maravilhosamente por Débora Lamm, a história de vida de um rapaz em busca de trabalho passeia por ideias de extermínio, ganância, banalização do real, troca da vida por dinheiro, abandono dos valores e da essência humana para fazer parte de uma falsa realidade próspera e muitas outras tristes realidades da desconexão humana do real e cotidiano.
No final das contas, Isadora Faca no Peito enfia a faca no peito dos espectadores ferindo-nos com as verdades da realidade da vida. Mostra que uma pessoa boa pode ser, apenas, uma impressão de bondade inexistente, que a ganância transforma pessoas e mata outras, que os valores da sociedade são regidos por interesses políticos, que as pessoas, na sua maioria, são bestializadas por esses interesses políticos de uma forma tal que perdem a capacidade de agir e reagir, defendendo seus reais valores, que a vida real é um espetáculo feito de marionetes. Mas quem manipula esses marionetes? Como rasgar o fio e ser livre da manipulação?
Jô Bilac sonhou e expressou em arte a necessidade das pessoas agirem mais e falarem menos. Deixar os óculos e a essência mamute de lado e realmente VER e VIVER.
sexta-feira, abril 13, 2012
Cidade em alerta
Os problemas da cidade do Rio de Janeiro não devem e não podem ser vistos com naturalidade por nós moradores. Essa semana reparei com mais atenção em 3 terríveis problemas estruturais da cidade. Um ligado à estrutura da nossa antiga e histórica Ponte Rio-Niterói, outro dos problemas de fiação dos postes de energia do bairro da Freguesia e, por último e muito sério, o problema de superlotação do metrô na cidade "Maravilhosa".
Ponte Rio-Niterói transporta milhões de carros, ônibus e caminhões por dia ligando o Rio a Niterói. Esse tráfego intenso pediria uma boa estrutura da construção da ponte, além de boa organização para a iluminação do trajeto, né? Pois bem, o que se vê são buracos de fiação destampados, fios saindo desses espaços e buracos no concreto.
O serviço de iluminação para a cidade do Rio, com todos os seus bairros inclusos, deveria ser tratado como prioridade pelos governantes e pela empresa fornecedora de luz, e pelos dois em conjunto!! Talvez a busca por boas soluções de fornecimento de energia conjunta pudesse trazer melhores soluções para postes e gestão de todos os fios de fornecimento, evitando as constantes faltas de luz e apagões...
O metrô do Rio é uma verginha. Serve a muitas pessoas, mas não à demanda da cidade. Isso é fácil de perceber, basta andar de metrô na hora de mais movimento e experimentar a sensação de lata de sardinha. Mas isso, tenho quase certeza que os governantes não fazem, e nem os gestores e diretores da concessionária MatrôRio... Cenas como essa, são muito comuns infelizmente...
Cabe a nós, cidadãos, registrar essas cenas e cobrar atitude dos governantes. Talvez a pressão funcione para, pelo menos, chamar a atenção das autoridades para a insatisfação de todos em relação aos serviços prestados por elas.
Ponte Rio-Niterói transporta milhões de carros, ônibus e caminhões por dia ligando o Rio a Niterói. Esse tráfego intenso pediria uma boa estrutura da construção da ponte, além de boa organização para a iluminação do trajeto, né? Pois bem, o que se vê são buracos de fiação destampados, fios saindo desses espaços e buracos no concreto.
O serviço de iluminação para a cidade do Rio, com todos os seus bairros inclusos, deveria ser tratado como prioridade pelos governantes e pela empresa fornecedora de luz, e pelos dois em conjunto!! Talvez a busca por boas soluções de fornecimento de energia conjunta pudesse trazer melhores soluções para postes e gestão de todos os fios de fornecimento, evitando as constantes faltas de luz e apagões...
O metrô do Rio é uma verginha. Serve a muitas pessoas, mas não à demanda da cidade. Isso é fácil de perceber, basta andar de metrô na hora de mais movimento e experimentar a sensação de lata de sardinha. Mas isso, tenho quase certeza que os governantes não fazem, e nem os gestores e diretores da concessionária MatrôRio... Cenas como essa, são muito comuns infelizmente...
Cabe a nós, cidadãos, registrar essas cenas e cobrar atitude dos governantes. Talvez a pressão funcione para, pelo menos, chamar a atenção das autoridades para a insatisfação de todos em relação aos serviços prestados por elas.
Uma mentira contada várias vezes vira verdade
Não é que esse ditado bem que é uma verdade muito verdadeira.
Há muito ouvimos falar do desmatamento na Amazônia, da pobreza do país, de que estAMOS acabando com os nossos recursos naturais etc. Mas, peraí? EstAMOS se refere a quem? Nós brasileiros ou aos outros países americanos e europeus que compraram ou se apossaram de grandes quantidades de terras na Amazônia, dizendo que estavam fazendo pesquisas e tal e, na verdade, acabam ficando e brigando pela posse das nossas terras? E eles sim, levam nossos recursos naturais, desmatam nossa floresta amazônica, se acham no direito de patentear nossas espécies da floresta...
Não é que os brasileiros não desmatem ou cuidem muito bem de seus território, no que diz respeito à natureza, mas é verdade que a presença estrangeira nas terras Amazônicas tem crescido exponencialmente, segundo os dados presentes no vídeo a seguir. E o mais engraçado é que esses estrangeiro têm índices nacionais de desmatamento, emissão de carbono etc muito maiores do que o do Brasil.
Tomara que esses países venham ao Brasil na Rio+20 e discutam, de forma transparente, a questão da preservação da biodiversidade no Planeta (incluindo, sim, todos os países e cantos deste Planeta Terra) e a manutenção das áreas verdes de onde, por um acaso, forem extraídos os recursos naturais. Utopia? Não. Trata-se de um pedido para que os governantes de todas as partes do mundo comecem a pensar de forma holística e compartilhada na vida que querem proporcionar às pessoas de ses países.
Não adianta ficar de olho nas riquezas da Amazônia e querer tornar-se dono de tudo o que é do Brasil e, depois, vir com um discurso de nação sustentável e de preservação ambiental... Isso não vai colar. As pessoas estão ficando cada vez mais conscientes e seguras de seus papéis de monitorar o trabalho de seus governantes, de buscar informações corretas, enfim, a torre dos livros proibida, muito emblemática para mim no filme "O nome da Rosa", começa a cair e se abrir. Talvez não haja mais espaço para tanta enganação política. Não para consciências que pensas em sustentabilidade...
Sei que, para isso, tem que haver uma quebra de paradigma e uma transformação na forma de pensar e agir de cada um e de todos ao mesmo tempo. Tem que ser uma mudança de dentro para fora. Por isso defendo a ideia de que não há como termos governantes pensando fora da linha da sustentabilidade num ano de Rio+20 e no século XXI, apesar de ter noção de que esse pensamento ainda deve ser muito semeado no Brasil e no mundo. Mas, tenho certeza que somos um dos países mais conscientes da relevância da natureza para a manutenção da vida e da importância da preservação da biodiversidade quando comparado a países super desenvolvidos.
Apenas torço para que menos e menos políticos vendam a Amazônia, para que brasileiros acreditem na riqueza que ainda há nas nossas terras e protejam-na e para que tudo isso seja discutido, em junho, na Rio+20.
Há muito ouvimos falar do desmatamento na Amazônia, da pobreza do país, de que estAMOS acabando com os nossos recursos naturais etc. Mas, peraí? EstAMOS se refere a quem? Nós brasileiros ou aos outros países americanos e europeus que compraram ou se apossaram de grandes quantidades de terras na Amazônia, dizendo que estavam fazendo pesquisas e tal e, na verdade, acabam ficando e brigando pela posse das nossas terras? E eles sim, levam nossos recursos naturais, desmatam nossa floresta amazônica, se acham no direito de patentear nossas espécies da floresta...Não é que os brasileiros não desmatem ou cuidem muito bem de seus território, no que diz respeito à natureza, mas é verdade que a presença estrangeira nas terras Amazônicas tem crescido exponencialmente, segundo os dados presentes no vídeo a seguir. E o mais engraçado é que esses estrangeiro têm índices nacionais de desmatamento, emissão de carbono etc muito maiores do que o do Brasil.
Tomara que esses países venham ao Brasil na Rio+20 e discutam, de forma transparente, a questão da preservação da biodiversidade no Planeta (incluindo, sim, todos os países e cantos deste Planeta Terra) e a manutenção das áreas verdes de onde, por um acaso, forem extraídos os recursos naturais. Utopia? Não. Trata-se de um pedido para que os governantes de todas as partes do mundo comecem a pensar de forma holística e compartilhada na vida que querem proporcionar às pessoas de ses países.
Não adianta ficar de olho nas riquezas da Amazônia e querer tornar-se dono de tudo o que é do Brasil e, depois, vir com um discurso de nação sustentável e de preservação ambiental... Isso não vai colar. As pessoas estão ficando cada vez mais conscientes e seguras de seus papéis de monitorar o trabalho de seus governantes, de buscar informações corretas, enfim, a torre dos livros proibida, muito emblemática para mim no filme "O nome da Rosa", começa a cair e se abrir. Talvez não haja mais espaço para tanta enganação política. Não para consciências que pensas em sustentabilidade...
Sei que, para isso, tem que haver uma quebra de paradigma e uma transformação na forma de pensar e agir de cada um e de todos ao mesmo tempo. Tem que ser uma mudança de dentro para fora. Por isso defendo a ideia de que não há como termos governantes pensando fora da linha da sustentabilidade num ano de Rio+20 e no século XXI, apesar de ter noção de que esse pensamento ainda deve ser muito semeado no Brasil e no mundo. Mas, tenho certeza que somos um dos países mais conscientes da relevância da natureza para a manutenção da vida e da importância da preservação da biodiversidade quando comparado a países super desenvolvidos.
Apenas torço para que menos e menos políticos vendam a Amazônia, para que brasileiros acreditem na riqueza que ainda há nas nossas terras e protejam-na e para que tudo isso seja discutido, em junho, na Rio+20.
terça-feira, abril 10, 2012
Atrocidades do metrô
Cada dia mais quem usa o metrô percebe que a famosa frase "Permaneça atrás da linha amarela para sua segurança" não tem quase efeito nenhum. Pessoas se espremendo para ficarem na primeira linha de quem entra no vagão e disputa, na liderança, por um assento é o que mais se vê. Aí não tem mais faixa colorida ou setas coloridas no chão, indicando o local de entrada e saída nos carros, que dê jeito. Nessa hora, a de ida e volta para o trabalho especificamente (no horário comercial),
a vida vale menos que um assento no metrô do Rio de Janeiro.
E aí é entendível que o metrô, como instituição, se vanglorie da sua supervalorização para menosprezar o direito a transporte de segurança para seus clientes?
É bacana ver pessoas se espremendo e correndo em busca de um assento no vagão do metrô, muitas vezes esbarrando nos outros e causando acidentes?
E ainda, é possível esse mesmo metrô aumentar o valor da passagem tendo um serviço que não atende a demanda da cidade?
Além de ter mais usuários do que pode atender, das filas imensas no micro espaço para entrada no vagão, da falta de uma campanha educativa para os usuários (que poderia funcionar), é recorrente estar viajando no metrô e logo vir uma freada brusca no meio do trajeto, precedida, imediatamente, de um pedido de desculpas do condutor (o que irrita o usuário ainda mais). Outra atitude recorrente é, devido ao apinhamento de pessoas no vagão e à falta de lugares para tanta gente em pé se segurar, a utilização das placas de ferro estruturais dos carros como fonte de segurança dos passageiros.
Resta a dúvida se os funcionários do MetrôRio utilizam o serviço de transporte que vendem. Talvez se usassem mais iriam ver as falhas do sistema e o quanto isso contribui para a falta de segurança desse meio de transporte.
a vida vale menos que um assento no metrô do Rio de Janeiro.
E aí é entendível que o metrô, como instituição, se vanglorie da sua supervalorização para menosprezar o direito a transporte de segurança para seus clientes?
É bacana ver pessoas se espremendo e correndo em busca de um assento no vagão do metrô, muitas vezes esbarrando nos outros e causando acidentes?
E ainda, é possível esse mesmo metrô aumentar o valor da passagem tendo um serviço que não atende a demanda da cidade?
Além de ter mais usuários do que pode atender, das filas imensas no micro espaço para entrada no vagão, da falta de uma campanha educativa para os usuários (que poderia funcionar), é recorrente estar viajando no metrô e logo vir uma freada brusca no meio do trajeto, precedida, imediatamente, de um pedido de desculpas do condutor (o que irrita o usuário ainda mais). Outra atitude recorrente é, devido ao apinhamento de pessoas no vagão e à falta de lugares para tanta gente em pé se segurar, a utilização das placas de ferro estruturais dos carros como fonte de segurança dos passageiros.
Resta a dúvida se os funcionários do MetrôRio utilizam o serviço de transporte que vendem. Talvez se usassem mais iriam ver as falhas do sistema e o quanto isso contribui para a falta de segurança desse meio de transporte.
sexta-feira, março 30, 2012
Sugestão de filme l Janela indiscreta
Hoje, para incitar a saída da inércia, da comodidade, sugiro o filme Janela Indiscreta que, apesar de antigo é excelente e super atual. Por que, muitas vezes, ficamos, apenas, assistindo ao mundo através de uma janela e não partimos para a interação, para defender os valores nos quais acreditamos?
Nesse filme de Hitchcok é instigante e uma ótima pedida!
Nesse filme de Hitchcok é instigante e uma ótima pedida!
Aniversário de 40 anos da perda de valores intelectuais e culturais no Brasil
Amanhã é o aniversário do golpe militar de 1964 que instaurou a ditadura no Brasil por mais de 20 anos. Foi um golpe na madrugada que apagou muitas luzes no nosso país e ergueu um muro invisível que está aí até hoje. Um muro que impede a educação de realmente ensinar e fazer pensar, que sobrevoa a cultura e a mídia com suas diversas censuras...
Recentemente vimos a Presidenta do Brasil outorgar a lei que proíbe o segredo de arquivos militares para desvendarmos alguns acidentes, sumiços e assassinatos durante a ditadura. Outro ponto especial é que o Brasil, hoje, tem uma presidenta que lutou, junto com vááááááááários outros companheiros e companheiras, contra a ditadura para tentar livrar o país da construção de um muro militar cheio de valores sórdidos e fantasmas podadores de sonhos, imaginação e criatividade. Infelizmente, quase tudo o que a ditadura nos trouxe, permanece no país até hoje, mas de forma camuflada.
Fico feliz em perceber que o muro está com bastantes buracos, e triste em perceber que os tijolos estruturais ainda permanecem intactos. E talvez seja por isso que os militares ainda comemoram esse aniversário... Mas até quando vamos ter que aturar notícias sobre os festejos militares em clubes como o Clube Militar do Rio de Janeiro, e ainda um ranso de medo (ou, será, horror?) a uma "ameaça" comunista? Aqui faz bem lembrar uma das principais diretrizes do filósofo grego Heráclito de Éfeso sobre a permanente transformação do mundo: Ninguém pode passar pelo mesmo rio duas vezes.
Vamos andar para frente, meu povo! Vamos ser um pouquinho mais Roger Waters e destruir esse muro que nos prende e repreende! Chega de mesmice (principalmente da militar). Que tal botar o mundo pra andar e protestar a favor da liberdade de expressão, dos sonhos, da criatividade e do pensar?
Recentemente vimos a Presidenta do Brasil outorgar a lei que proíbe o segredo de arquivos militares para desvendarmos alguns acidentes, sumiços e assassinatos durante a ditadura. Outro ponto especial é que o Brasil, hoje, tem uma presidenta que lutou, junto com vááááááááários outros companheiros e companheiras, contra a ditadura para tentar livrar o país da construção de um muro militar cheio de valores sórdidos e fantasmas podadores de sonhos, imaginação e criatividade. Infelizmente, quase tudo o que a ditadura nos trouxe, permanece no país até hoje, mas de forma camuflada.
Fico feliz em perceber que o muro está com bastantes buracos, e triste em perceber que os tijolos estruturais ainda permanecem intactos. E talvez seja por isso que os militares ainda comemoram esse aniversário... Mas até quando vamos ter que aturar notícias sobre os festejos militares em clubes como o Clube Militar do Rio de Janeiro, e ainda um ranso de medo (ou, será, horror?) a uma "ameaça" comunista? Aqui faz bem lembrar uma das principais diretrizes do filósofo grego Heráclito de Éfeso sobre a permanente transformação do mundo: Ninguém pode passar pelo mesmo rio duas vezes.
Vamos andar para frente, meu povo! Vamos ser um pouquinho mais Roger Waters e destruir esse muro que nos prende e repreende! Chega de mesmice (principalmente da militar). Que tal botar o mundo pra andar e protestar a favor da liberdade de expressão, dos sonhos, da criatividade e do pensar?
quinta-feira, março 22, 2012
Rio em obras perigosas!
A cidade maravilhosa está em obras! E o mais incrível, há tapumes espalhados por todos os lados, em cada bairro, ruas, promovendo uma nova modalidade de rua, em zigue-zague! Moradores do Flamengo, que passaram pela Senador Vergueiro nos últimos meses, devem saber do que eu estou falando.
O entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, a Barra, Zona Portuária, Centro da Cidade, enfim, em todo lugar é possível dar de cara com um tapume da prefeitura no meio ou nos cantos da rua. O pior é que grande parte dessas obras é para raspagem superficial do asfalto da rua para reposição de uma nova camada de asfalto... Sem muito cuidado, os coordenadores dessas obras deixam as ruas desniveladas e não dão a menor para o usuário dessas vias, seja ele carro ou bicicleta.
E mais, como alguém planeja todas as obras acontecendo ao mesmo tempo na cidade, truncando ainda mais o trânsito que já era caótico? Pois é, aí a gente realiza que não tem (ou parece não ter) um planejamento de obras estruturais para a cidade, seja ela de qual secretária for a responsabilidade. Como pode uma cidade que se habilita para receber eventos mundiais não ter um planejamento de gestão de obras eficaz?
É péssimo ter ainda a sabedoria para observar que essas obras caóticas estão acontecendo, mais uma vez, na sua maioria, porque as épocas de eleição estão aí e tem gente querendo se reeleger. Depois, para a maioria da população brasileira, quando chegar a hora da eleição propriamente, o que vai contar é aquele candidato que fez... se fez obras boas ou causou o caos, acho que isso não vai contar muito. Afinal, o ciclo de período pré-eleitora é o mesmo há décadas e as obras superficiais nesse período tem dado certo...
E agora José?
*Vale a pena ler o quadrinho da Mafalda que ilustra esse post. É só clicar!!
Churrasound no Lagoa Guest House - uma ótima opção para terça-feira a noite
Essa semana fui a um evento chamado Churrasound no albergue Lagoa Guest House, na Lagoa. Foi na teça-feira a noite e muito agradável. O churrasco do Lagoa Guest House acontece regado a muita música e convidados cariocas, promovendo a integração com os hóspedes turistas.
Com dois violões e bastante carne, os anfitriões do albergue, Fábio e Cássio, promovem um verdadeiro sarau muito amigável e gostoso. Esse é o clima descontraído que paira em todo o Lagoa Guest House. Com uma localização privilegiada, o albergue é bem aconchegante e conta com uma pequena piscina para refrescar-se nos dias de calor, que dá mais charme à área de integração do local.
Vindo ao Rio, vale a pena checar o Lagoa Guest House como opção de hospedagem. Também não deixe de participar do CHURRASOUND, às terças-feiras, de 19h às 23h. Para mim, é uma ótima opção para uma terça-feira a noite!
Serviço: Lagoa Guest House | Rua do Humaitá, 392 - Rio de Janeiro – RJ – Brasil | 55 21 3518-9000
Para conhecer mais: http://www.lagoaguesthouse.com/
Com dois violões e bastante carne, os anfitriões do albergue, Fábio e Cássio, promovem um verdadeiro sarau muito amigável e gostoso. Esse é o clima descontraído que paira em todo o Lagoa Guest House. Com uma localização privilegiada, o albergue é bem aconchegante e conta com uma pequena piscina para refrescar-se nos dias de calor, que dá mais charme à área de integração do local.
Vindo ao Rio, vale a pena checar o Lagoa Guest House como opção de hospedagem. Também não deixe de participar do CHURRASOUND, às terças-feiras, de 19h às 23h. Para mim, é uma ótima opção para uma terça-feira a noite!
Serviço: Lagoa Guest House | Rua do Humaitá, 392 - Rio de Janeiro – RJ – Brasil | 55 21 3518-9000
Para conhecer mais: http://www.lagoaguesthouse.com/
Assinar:
Postagens (Atom)




















